O Estado e a educação na perspectiva da classe trabalhadora

Neste artigo, destacando alguns autores que questionam a categoria trabalho como centralidade e outros que criticam tal posição, procura-se situar outra abrangência para o debate. Trata-se de sugerir que, sem considerar o caráter histórico-cultural, o trabalho, como princípio positivo, torna-se uma...

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Main Author: Fernando Ponte
Format: Article
Language:English
Published: Universidade Federal de Santa Catarina 2013-04-01
Series:Perspectiva
Online Access:https://periodicos.ufsc.br/index.php/perspectiva/article/view/23624
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Description
Summary:Neste artigo, destacando alguns autores que questionam a categoria trabalho como centralidade e outros que criticam tal posição, procura-se situar outra abrangência para o debate. Trata-se de sugerir que, sem considerar o caráter histórico-cultural, o trabalho, como princípio positivo, torna-se uma idealização, inclusive como princípio educativo reivindica a perspectiva da classe trabalhadora. Ou seja, se não se considera seu conceito como criação de valor, a emancipação formativa reduz-se ao plano da consciência, perde sua ontologia. Nesse âmbito, a centralidade política do capital é a substância do que parece ser a retomada da centralidade do trabalho. O seu real antagonismo é colocar o Estado e a educação sob outra centralidade, a teoria revolucionária como princípio educativo orientador.
ISSN:0102-5473
2175-795X