Sífilis congênita: análise de tendência temporal e projeção de casos

Resumo Objetivo Analisar a tendência temporal da sífilis congênita em um estado brasileiro e realizar a projeção de casos até o ano de 2025. Métodos Estudo de séries temporais e projeções com dados do estado do Rio Grande do Norte, envolvendo todos os casos de sífilis congênita notificados no es...

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Main Authors: Dhyanine Morais de Lima Raimundo, Richardson Augusto Rosendo da Silva, Yago Tavares Pinheiro, Harlon França de Menezes, Wenysson Noleto dos Santos, José Rebberty Rodrigo Holanda, Rafaela Bezerra Façanha Correia, Ana Elza Oliveira de Mendonça
Format: Article
Language:English
Published: Escola Paulista de Enfermagem, Universidade Federal de São Paulo 2025-08-01
Series:Acta Paulista de Enfermagem
Subjects:
Online Access:http://revodonto.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-21002025000100338&lng=pt&tlng=pt
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Summary:Resumo Objetivo Analisar a tendência temporal da sífilis congênita em um estado brasileiro e realizar a projeção de casos até o ano de 2025. Métodos Estudo de séries temporais e projeções com dados do estado do Rio Grande do Norte, envolvendo todos os casos de sífilis congênita notificados no estado por meio do Sistema de Informação de Agravos de Notificação e do Sistema de Informações de Nascidos Vivos no período de 2008 a 2022. Foram usadas como unidade de análise as oito Unidades Regionais de Saúde Pública do estado. Utilizaram-se a técnica de suavização por médias móveis simples e a equação das tendências temporais para obter os valores futuros no estado. Para este estudo, utilizou-se h=3, pois a previsão calculada foi até 2025. Resultados A maioria dos casos era de pessoas do sexo feminino, de cor parda, assintomáticas, diagnosticadas com idade menor que 1 mês e residentes da zona urbana. No que diz respeito à previsão do número de casos, até o ano de 2025 deve haver relativa estabilização dos casos na 2ª, 3ª, 5ª, 6ª, 7ª e 8ª Regionais. Apenas a 1ª Regional apresentou discreta tendência ao crescimento até o ano de 2025, com variação 45.99 a 302.36 casos a cada mil nascidos vivos, com pico em 2025. Conclusão Apontam-se os desafios do estado em cumprir as metas estabelecidas. Além disso, os métodos utilizados favoreceram as análises dos casos de sífilis congênita de maneira a identificar as Regionais de Saúde com as maiores incidências, sugerindo os entraves nelas enfrentados.
ISSN:1982-0194