ENSINO E EXTENSÃO EM GEOCIÊNCIAS VERSUS COVID-19

A suspensão das atividades presenciais durante a pandemia da COVID-19 trouxe um desafio à comunidade acadêmica, e as instituições de ensino superior tiveram que se adaptar a este cenário. Desde meados de março, a Universidade Federal de Uberlândia (UFU) sofre forte impacto na tríade Ensino, Pesquis...

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Main Authors: Luciano Alessandretti, Marco Antonio Delinardo da Silva, Felix Nannini
Format: Article
Language:English
Published: Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB) 2020-12-01
Series:Revista Extensão & Cidadania
Subjects:
Online Access:http://periodicos2.uesb.br/index.php/recuesb/article/view/7843
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Description
Summary:A suspensão das atividades presenciais durante a pandemia da COVID-19 trouxe um desafio à comunidade acadêmica, e as instituições de ensino superior tiveram que se adaptar a este cenário. Desde meados de março, a Universidade Federal de Uberlândia (UFU) sofre forte impacto na tríade Ensino, Pesquisa e Extensão, resultando em expressiva redução das ações de formação qualificada dos discentes e de difusão de ciências em meio a sociedade. Nesta crise, o curso de Geologia foi muito afetado pois 54% de seus componentes curriculares obrigatórios incluem aulas em laboratórios e em campo e suas atividades de extensão são essencialmente presenciais. Sendo assim, a adoção de medidas emergenciais que foquem na qualidade de vida dos discentes e na manutenção de seu vínculo com a universidade é urgente. Estas medidas emergenciais podem ser indissociáveis da difusão da ciência à sociedade. Utilizando as redes sociais, o projeto de extensão “Sedimentando conhecimentos geológicos na quarentena”, reinsere os discentes em suas atividades acadêmicas e populariza as Geociências por meio de lives com renomados pesquisadores e profissionais liberais brasileiros e estrangeiros. Adicionalmente, o projeto mostra à sociedade as áreas de atuação do geólogo. A ação prevê até o mês de dezembro de 2020, a realização de cerca de 24 encontros remotos na plataforma Google Meet, com transmissão ao vivo via YouTube e certificação por formulários do Google. Os resultados preliminares apontam um tempo médio de retenção dos espectadores de até 30 minutos e maior rotatividade de visualizações em palestras de 60 a 120 minutos.
ISSN:2319-0566