Avaliação da segurança do processamento de fresas intramedulares flexíveis Para cirurgia ortopédica

Objetivos: Avaliar a eficácia de um procedimento operacional padrão para limpeza de fresas intramedulares flexíveis, bem como o alcance da esterilidade, e evidenciar a citotoxicidade da sujidade residual de uma fresa flexível utilizada na prática assistencial. Métodos: Fresas intramedulares flexíve...

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Main Authors: Rafael Queiroz de Souza, Jeane Aparecida Gonzalez Bronzatti, Paulo Roberto Laranjeira, Lycia Mara Jenné Mimica, Cely Barreto Silva, Aurea Silveira Cruz, Kazuko Uchikawa Graziano
Format: Article
Language:Portuguese
Published: Zeppelini Publishers 2017-04-01
Series:Revista SOBECC
Subjects:
Online Access:https://revista.sobecc.org.br/sobecc/article/view/137
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Description
Summary:Objetivos: Avaliar a eficácia de um procedimento operacional padrão para limpeza de fresas intramedulares flexíveis, bem como o alcance da esterilidade, e evidenciar a citotoxicidade da sujidade residual de uma fresa flexível utilizada na prática assistencial. Métodos: Fresas intramedulares flexíveis foram pesadas antes do processamento, após contaminação desafio e depois da limpeza. Elas foram contaminadas com Soil Test™, suspensão de Geobacillus stearothermophilus, na concentração de 106 UFC/mL, e farinha de osso bovino. Após processamento, as amostras foram incubadas em meio de cultura por 21 dias. A sujidade residual de uma fresa utilizada na prática foi submetida ao teste de citotoxicidade in vitro. Resultados: As amostras, embora esterilizadas, apontaram acúmulo de sujidade e o processamento foi ineficaz. A sujidade residual apresentou efeito citotóxico. Conclusão: Recomenda-se que o design flexível das fresas seja descontinuado pela insegurança no processamento.
ISSN:1414-4425
2358-2871