A COLONIZAÇÃO CAPITALISTA DA SUBJETIVIDADE
Este ensaio trata sobre o uso da religião e da estética na reposição do consentimento social ao capitalismo. Ele se apodera de todos os recursos da natureza. Mas não basta manter a exploração de terras, recursos e tecnologias. Para garantir a reprodução ampliada o capital realiza uma colonização da...
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| Main Author: | |
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| Format: | Article |
| Language: | deu |
| Published: |
Pontifícia Universidade Católica de Goiás
2025-06-01
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| Series: | Caminhos |
| Subjects: | |
| Online Access: | https://seer.pucgoias.edu.br/index.php/caminhos/article/view/15107 |
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| Summary: | Este ensaio trata sobre o uso da religião e da estética na reposição do consentimento social ao capitalismo. Ele se apodera de todos os recursos da natureza. Mas não basta manter a exploração de terras, recursos e tecnologias. Para garantir a reprodução ampliada o capital realiza uma colonização das almas. Ele produz subjetividades que lhe são conformes. Para viabilizar o governo das almas, o capitalismo necessita da adesão das pessoas, para isso ele deve realizar suas necessidades e desejos. Mas como obter consentimento livres das pessoas ao seu sujeitamento? O artigo analisa duas respostas: a imposição do narcisismo estrutural, de I. Charim e o sequestro do princípio do prazer, de C. Türcke. Há uma complementariedade entre as posições, a colonização das subjetividades se dá tanto por uma constrição estrutural como pela via do sequestro do princípio do prazer. Tal colonização requer um longo processo pedagógico. A relativa novidade é a participação intensa da religião nesse processo.
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| ISSN: | 1983-778X |