A morte de Deus: a gramática em questão
No fragmento 346 do livro A gaia ciência, Nietzsche recusa a caracterização de si mesmo enquanto ateu. Por que Nietzsche recusa a classificação de ateísta? Estaria no sangue ser teísta, religioso? O caminho que esse trabalho seguirá para discutir essa temática passa pela compreensão da morte de Deus...
Saved in:
| Main Author: | |
|---|---|
| Format: | Article |
| Language: | English |
| Published: |
Universidade Federal de Pernambuco (UFPE)
2020-08-01
|
| Series: | Perspectiva Filosófica |
| Subjects: | |
| Online Access: | https://periodicos.ufpe.br/revistas/index.php/perspectivafilosofica/article/view/246694 |
| Tags: |
Add Tag
No Tags, Be the first to tag this record!
|
| Summary: | No fragmento 346 do livro A gaia ciência, Nietzsche recusa a caracterização de si mesmo enquanto ateu. Por que Nietzsche recusa a classificação de ateísta? Estaria no sangue ser teísta, religioso? O caminho que esse trabalho seguirá para discutir essa temática passa pela compreensão da morte de Deus enquanto crítica a todo tipo de fundamento último. Ademais, ainda se destacará a relação presente entre a noção de Deus-fundamento e a linguagem. Desse modo, o presente artigo orbitará em torno do seguinte problema: em que medida a morte de Deus coloca em questão a crença na gramática?
|
|---|---|
| ISSN: | 0104-6454 2357-9986 |