Besouros de solo (Insecta: Coleoptera) em fragmento de mata de restinga no extremo sul do Brasil
Coleoptera é um dos grupos taxonômicos mais diversos com cerca de 390.000 espécies descritas. Devido à grande diversidade e concentração de especialistas em poucos grupos, torna-se difícil realizar o inventário da fauna de Coleoptera. Este trabalho visa contribuir com o conhecimento da diversidade d...
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| Format: | Article |
| Language: | English |
| Published: |
Universidade Federal de Santa Catarina
2016-12-01
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| Series: | Biotemas |
| Online Access: | https://periodicos.ufsc.br/index.php/biotemas/article/view/44813 |
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| author | Leandro Encarnação Garcia Rodrigo Milton Moraes Élvia Elena Silveira Vianna |
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| author_sort | Leandro Encarnação Garcia |
| collection | DOAJ |
| description | Coleoptera é um dos grupos taxonômicos mais diversos com cerca de 390.000 espécies descritas. Devido à grande diversidade e concentração de especialistas em poucos grupos, torna-se difícil realizar o inventário da fauna de Coleoptera. Este trabalho visa contribuir com o conhecimento da diversidade de besouros em matas de restinga, localizadas no extremo sul do Rio Grande do Sul, Brasil. O objetivo deste estudo foi inventariar as espécies de coleópteros de solo amostradas com armadilhas de queda, durante o período de janeiro de 2011 a janeiro de 2012, bem como avaliar a abundância, sazonalidade e riqueza do grupo. Foi amostrado um total de 6.954 coleópteros distribuídos em 25 famílias e 89 morfoespécies. Dos indivíduos amostrados, 63,79% pertenceram à família Nitidulidae; 14,83% à Ptiliidae e; 6,82% à Staphylinidae. Dezenove famílias tiveram menos de 1% de indivíduos amostrados. Em relação ao número de morfoespécies por família 29,21% pertenceram à Curculionidae; 14,61% à Carabidae; 10,11% a Chrysomelidae; 6,74% à Nitidulidae e Scarabaeidae, ambas com mesmo percentual. Neste trabalho, foram verificadas duas situações sazonais onde a primavera teve o mesmo número de espécies que o verão e maior número de indivíduos amostrados.
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| format | Article |
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| institution | OA Journals |
| issn | 0103-1643 2175-7925 |
| language | English |
| publishDate | 2016-12-01 |
| publisher | Universidade Federal de Santa Catarina |
| record_format | Article |
| series | Biotemas |
| spelling | doaj-art-8712a1871ba446cd924a4f2feabc1e0e2025-08-20T01:55:02ZengUniversidade Federal de Santa CatarinaBiotemas0103-16432175-79252016-12-0129410.5007/2175-7925.2016v29n4p5926275Besouros de solo (Insecta: Coleoptera) em fragmento de mata de restinga no extremo sul do BrasilLeandro Encarnação Garcia0https://orcid.org/0000-0002-4556-1624Rodrigo Milton Moraes1Élvia Elena Silveira Vianna2Universidade Federal de PelotasUniversidade Federal do Rio Grande do Sul, aluno de doutorado em Biologia Animal.Universidade Federal de Pelotas, Professora Adjunta.Coleoptera é um dos grupos taxonômicos mais diversos com cerca de 390.000 espécies descritas. Devido à grande diversidade e concentração de especialistas em poucos grupos, torna-se difícil realizar o inventário da fauna de Coleoptera. Este trabalho visa contribuir com o conhecimento da diversidade de besouros em matas de restinga, localizadas no extremo sul do Rio Grande do Sul, Brasil. O objetivo deste estudo foi inventariar as espécies de coleópteros de solo amostradas com armadilhas de queda, durante o período de janeiro de 2011 a janeiro de 2012, bem como avaliar a abundância, sazonalidade e riqueza do grupo. Foi amostrado um total de 6.954 coleópteros distribuídos em 25 famílias e 89 morfoespécies. Dos indivíduos amostrados, 63,79% pertenceram à família Nitidulidae; 14,83% à Ptiliidae e; 6,82% à Staphylinidae. Dezenove famílias tiveram menos de 1% de indivíduos amostrados. Em relação ao número de morfoespécies por família 29,21% pertenceram à Curculionidae; 14,61% à Carabidae; 10,11% a Chrysomelidae; 6,74% à Nitidulidae e Scarabaeidae, ambas com mesmo percentual. Neste trabalho, foram verificadas duas situações sazonais onde a primavera teve o mesmo número de espécies que o verão e maior número de indivíduos amostrados. https://periodicos.ufsc.br/index.php/biotemas/article/view/44813 |
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