E se Deus existisse e morasse na Bélgica? riso, humor e releituras das narrativas bíblicas
Deus, alcoólatra e perverso, criou o mundo não por amor, mas por tédio. Essa é uma das premissas do filme O Novíssimo Testamento (2014) dirigido e produzido pelo belga Jaco van Dormael. A narrativa fílmica abre uma série de reflexões sobre a relação entre deuses e humanos, deuses e deuses e humanos...
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|---|---|
| Format: | Article |
| Language: | English |
| Published: |
Universidade Federal de Santa Catarina
2017-10-01
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| Series: | Esboços |
| Online Access: | https://periodicos.ufsc.br/index.php/esbocos/article/view/51745 |
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| Summary: | Deus, alcoólatra e perverso, criou o mundo não por amor, mas por tédio. Essa é uma das premissas do filme O Novíssimo Testamento (2014) dirigido e produzido pelo belga Jaco van Dormael. A narrativa fílmica abre uma série de reflexões sobre a relação entre deuses e humanos, deuses e deuses e humanos e humanos. Ele vive na Bélgica com sua esposa, passiva e quase sem voz e Ea, sua filha pré-adolescente, com um estilo clichê-gótico de rebeldia, entediada com a vida dos pais e a íntima relação com a televisão. O objetivo é perceber como as releituras das narrativas bíblicas do Cristianismo realizadas sugerem o riso e o humor na atualidade. Para tanto, parte-se metodologicamente das discussões realizadas por Marco Napolitano acerca do cinema como fonte histórica e teoricamente dialoga-se com Henri Bergson e Sigmund Freud para pensar o riso e o humor na narrativa fílmica. |
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| ISSN: | 1414-722X 2175-7976 |