Quem está no comando? Mulher de bandido e os paradoxos da submissão
Este estudo teve por objetivo discutir qual o modelo de família que é produzido nos discursos e práticas de mulheres que têm relações afetivas ou sexuais com homens que estão em situação de prisão, a partir de uma análise do feminismo interseccional e do estudo do biopoder. Por meio de observações...
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| Main Authors: | , , |
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| Format: | Article |
| Language: | Spanish |
| Published: |
Universidade Federal de Santa Catarina
2019-09-01
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| Series: | Revista Estudos Feministas |
| Online Access: | https://periodicos.ufsc.br/index.php/ref/article/view/54483 |
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| Summary: | Este estudo teve por objetivo discutir qual o modelo de família que é produzido nos discursos
e práticas de mulheres que têm relações afetivas ou sexuais com homens que estão em situação de prisão, a partir de uma análise do feminismo interseccional e do estudo do biopoder. Por meio de observações participantes com mulheres que visitam seus familiares, foi possível identificar que o modelo de família produzido ainda é sustentado pelo modelo hegemônico tradicional, que entende a família nuclear como a representação do sucesso e solidez familiar. Tal ideal de família opera através da reprodução de certas normas e papéis sociais assumidas pelas mulheres, tendo – paradoxalmente – um certo caráter empoderador.
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| ISSN: | 0104-026X 1806-9584 |