Relação entre a velocidade e desempenho de salto vertical unilateral de atletas de basquetebol

O basquete é um esporte praticado em todo o mundo, desta forma, testes de desempenho principalmente com baixo custo e acessíveis são sugeridos para adequar o treinamento. O objetivo do presente estudo foi avaliar e correlacionar a velocidade e o desempenho de salto de membros inferiores de atletas...

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Main Authors: Ygor G. A. do Nascimento, Cristiano S. de Faria, Leonardo Emmanuel de Medeiros Lima, Roberta Luksevicius Rica, Danilo Sales Bocalini, Aylton Figueira Junior, Vinicius Tonon Lauria, Dilmar Pinto Guedes Jr, Rodrigo Pereira da Silva
Format: Article
Language:English
Published: Universidade Federal de Santa Catarina 2024-03-01
Series:Revista Brasileira de Cineantropometria e Desempenho Humano
Subjects:
Online Access:https://periodicos.ufsc.br/index.php/rbcdh/article/view/89732
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Description
Summary:O basquete é um esporte praticado em todo o mundo, desta forma, testes de desempenho principalmente com baixo custo e acessíveis são sugeridos para adequar o treinamento. O objetivo do presente estudo foi avaliar e correlacionar a velocidade e o desempenho de salto de membros inferiores de atletas de basquetebol da cidade da Praia Grande, São Paulo, Brasil. Foram avaliados 12 atletas do sexo masculino (6,92 ± 2,57 anos de prática) da equipe de Basquetebol da Cidade de Praia Grande, com idade 18,7 ± 0,6 anos, estatura 1,85 ± 0,06, massa corporal 83,66 ± 10,16 kg. Os atletas foram submetidos a sessões de testes utilizando o protocolo de avaliação da velocidade máxima de 20 metros e do salto vertical unilateral. A velocidade no teste de 20 metros foi de 3,53 ± 0,20 segundos. Embora tenha sido encontrada uma assimetria de 17,81 ± 14,64%, não foi encontrada diferença estatística (p = 0,817) entre o desempenho do salto vertical dominante (36,50 ± 7,36 cm) e não dominante (35,92 ± 5,63 cm). Além disso, foi encontrada correlação entre o teste de 20 metros e os valores de salto para perna dominante (p = 0,042), mas não para perna não dominante (p = 0,704). Em conclusão, embora tenha sido encontrada assimetria entre membros do lado dominante e não dominante do campo, não houve diferença no salto vertical
ISSN:1415-8426
1980-0037