NATUREZA E ESTRUTURA DA VIDA MENTAL NO INTERIOR DE UMA PERSPECTIVA FISICALISTA NÃO-REDUCIONISTA
Nossa aspiração, nesse artigo, é a de defender uma perspectiva fisicalista não comprometida com o programa reducionista inerente ao paradigma cerebralista. Acreditamos que, para tanto, devemos partir do seguinte problema: qual é o status básico da consciência, ou ainda, qual é o ‘lugar’ ou o ‘espaç...
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| Main Authors: | , |
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| Format: | Article |
| Language: | Portuguese |
| Published: |
Universidade Estadual Paulista (UNESP)
2024-08-01
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| Series: | Kínesis |
| Subjects: | |
| Online Access: | https://revistas.marilia.unesp.br/index.php/kinesis/article/view/15426 |
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| Summary: | Nossa aspiração, nesse artigo, é a de defender uma perspectiva fisicalista não comprometida com o programa reducionista inerente ao paradigma cerebralista. Acreditamos que, para tanto, devemos partir do seguinte problema: qual é o status básico da consciência, ou ainda, qual é o ‘lugar’ ou o ‘espaço’ da consciência no mundo físico? Com o propósito de sustentarmos uma tese para o problema das relações mente-corpo capaz de atender às exigências de uma perspectiva fisicalista e não-reducionista, percorremos as seguintes discussões: Quais os caminhos para compreensão da física no modelo teórico materialista-monista e não reducionista da vida mental? Do que trata o emergentismo na abordagem do problema mente-corpo? Como pensar emergência versus reducionismo a partir da ideia de estrutura compreendida por níveis de complexidade? Como pensar a relação do ‘todo’ sobre as partes? É possível que um emergentista não seja considerado um dualista de propriedades? Por fim, faremos algumas considerações finais a partir da discussão da irredutibilidade sob o prisma das perspectivas não-redutivistas.
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| ISSN: | 1984-8900 |