Reconstrução anatômica da cicatriz umbilical
INTRODUÇÃO: A ausência da cicatriz umbilical causa alteração importante na forma do abdome, tornando-se, desse modo, imprescindível na anatomia do mesmo. Sua reconstrução deve seguir seus aspectos anatômicos, conferindo aspecto natural ao final do tratamento. A nova cicatriz umbilical deve ter boa f...
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| Main Author: | |
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| Format: | Article |
| Language: | English |
| Published: |
Thieme Revinter Publicações Ltda.
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| Series: | Revista Brasileira de Cirurgia Plástica |
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| author | Alfredo Donnabella |
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| description | INTRODUÇÃO: A ausência da cicatriz umbilical causa alteração importante na forma do abdome, tornando-se, desse modo, imprescindível na anatomia do mesmo. Sua reconstrução deve seguir seus aspectos anatômicos, conferindo aspecto natural ao final do tratamento. A nova cicatriz umbilical deve ter boa forma, bom posicionamento, não apresentar cicatriz estigmatizante, estenose ou alargamentos, e ter aspecto natural. MÉTODO: Foram operados 162 pacientes submetidos previamente a gastroplastia aberta para tratamento de obesidade mórbida e 2 pacientes submetidos a cirurgia videolaparoscópica. Foram utilizados 2 retalhos retangulares paralelos, medindo 2 cm x 1,5 cm, que foram suturados entre si e fixados à aponeurose dos músculos reto abdominais. Os retalhos apresentavam a transição com a pele em forma curvilínea. A fixação dos retalhos foi realizada com 2 pontos paralelos, que atingiam a derme do retalho de um lado, a derme do retalho do lado oposto e a aponeurose. Desse modo, foi obtida a união dos 2 retalhos, comprimindo-se levemente a porção distal dos mesmos. Em seguida, foi realizada aproximação do tecido gorduroso ao redor da nova cicatriz umbilical. RESULTADOS: Com a técnica apresentada, obteve-se a formação de todas as unidades anatômicas (mamelão, sulco e rodete), além de profundidade adequada em todas as cicatrizes umbilicais reconstruídas. Não foi observado nenhum caso de estenose umbilical, cicatriz hipertrófica ou queloide nas novas cicatrizes umbilicais. CONCLUSÕES: A técnica apresentada para reconstrução da cicatriz umbilical, respeitando as unidades anatômicas, proporciona forma bem natural e, com o passar do tempo, ocorre uma sobra de pele em sua porção superior, conferindo graciosidade à mesma. |
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| issn | 1983-5175 |
| language | English |
| publisher | Thieme Revinter Publicações Ltda. |
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| series | Revista Brasileira de Cirurgia Plástica |
| spelling | doaj-art-7d63277a31bd4c7dbc4e4870c481cabc2025-08-20T02:51:55ZengThieme Revinter Publicações Ltda.Revista Brasileira de Cirurgia Plástica1983-517528111912310.1590/S1983-51752013000100020S1983-51752013000100020Reconstrução anatômica da cicatriz umbilicalAlfredo Donnabella0Sociedade Brasileira de Cirurgia PlásticaINTRODUÇÃO: A ausência da cicatriz umbilical causa alteração importante na forma do abdome, tornando-se, desse modo, imprescindível na anatomia do mesmo. Sua reconstrução deve seguir seus aspectos anatômicos, conferindo aspecto natural ao final do tratamento. A nova cicatriz umbilical deve ter boa forma, bom posicionamento, não apresentar cicatriz estigmatizante, estenose ou alargamentos, e ter aspecto natural. MÉTODO: Foram operados 162 pacientes submetidos previamente a gastroplastia aberta para tratamento de obesidade mórbida e 2 pacientes submetidos a cirurgia videolaparoscópica. Foram utilizados 2 retalhos retangulares paralelos, medindo 2 cm x 1,5 cm, que foram suturados entre si e fixados à aponeurose dos músculos reto abdominais. Os retalhos apresentavam a transição com a pele em forma curvilínea. A fixação dos retalhos foi realizada com 2 pontos paralelos, que atingiam a derme do retalho de um lado, a derme do retalho do lado oposto e a aponeurose. Desse modo, foi obtida a união dos 2 retalhos, comprimindo-se levemente a porção distal dos mesmos. Em seguida, foi realizada aproximação do tecido gorduroso ao redor da nova cicatriz umbilical. RESULTADOS: Com a técnica apresentada, obteve-se a formação de todas as unidades anatômicas (mamelão, sulco e rodete), além de profundidade adequada em todas as cicatrizes umbilicais reconstruídas. Não foi observado nenhum caso de estenose umbilical, cicatriz hipertrófica ou queloide nas novas cicatrizes umbilicais. CONCLUSÕES: A técnica apresentada para reconstrução da cicatriz umbilical, respeitando as unidades anatômicas, proporciona forma bem natural e, com o passar do tempo, ocorre uma sobra de pele em sua porção superior, conferindo graciosidade à mesma.http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1983-51752013000100020&lng=en&tlng=enumbilicusabdomenbariatric surgerysurgery, plastic |
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