Influência dos pontos de corte para mensurar e classificar o nível de atividade física em idosos

A atividade física promove benefícios à saúde quando realizada em quantidade adequada. Acelerômetros medem a intensidade de maneira indireta, tornando fundamental a escolha do ponto de corte. O objetivo deste estudo foi comparar a atividade física semanal utilizando diferentes pontos de corte. A amo...

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Main Authors: Fernanda Christina Souza Guidarini, Samantha Nahas Guimarães, Pablo Antonio Bertasso Araujo, Adriano Feretti Borgatto, Tania Rosane Bertoldo Benedetti
Format: Article
Language:English
Published: Universidade Estadual de Maringá 2016-12-01
Series:Revista da Educação Física
Subjects:
Online Access:http://periodicos.uem.br/ojs/index.php/RevEducFis/article/view/30970
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description A atividade física promove benefícios à saúde quando realizada em quantidade adequada. Acelerômetros medem a intensidade de maneira indireta, tornando fundamental a escolha do ponto de corte. O objetivo deste estudo foi comparar a atividade física semanal utilizando diferentes pontos de corte. A amostra foi de 108 idosas que participavam de atividades em centros comunitários de forma regular, sendo 69 do grupo baile e 39 do grupo bingo. As idosas utilizaram acelerômetros durante uma semana, 10h/dia. A prevalência de idosas ativas variou conforme ponto de corte: de 56,9% com Freedson e cols. para 94,5% com Copeland e Esliger no grupo baile; de 35,9% para 74,4% respectivamente no grupo bingo. Diferenças foram encontradas em passos/dia (baile:12.989,6 vs bingo:9.305,4; p=0,05) e de horas de atividades/dia (baile:9,7h vs bingo:7,6h; p=0,005). Padronizar o ponto de corte para uso de pesquisas com idosos torna-se essencial devido às diferenças encontradas neste estudo para um mesmo grupo.
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institution OA Journals
issn 0103-3948
1983-3083
language English
publishDate 2016-12-01
publisher Universidade Estadual de Maringá
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