Multilinguismo na fronteira
Este trabalho examina o multilinguismo fronteiriço, tendo como lócus específico o município de Bonfim, localizado na fronteiro norte do Brasil com a República da Guiana. Sendo o Brasil um dos países mais multilíngues do mundo, a pesquisa aborda a interação entre línguas, como o português, o inglês,...
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| Main Authors: | , |
|---|---|
| Format: | Article |
| Language: | Portuguese |
| Published: |
Universidade Estadual de Roraima
2024-12-01
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| Series: | Ambiente |
| Subjects: | |
| Online Access: | https://testes.periodicos.uerr.edu.br/index.php/ambiente/article/view/1476 |
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| author | Rogerio Pinto de Sousa David Sena Lemos |
| author_facet | Rogerio Pinto de Sousa David Sena Lemos |
| author_sort | Rogerio Pinto de Sousa |
| collection | DOAJ |
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Este trabalho examina o multilinguismo fronteiriço, tendo como lócus específico o município de Bonfim, localizado na fronteiro norte do Brasil com a República da Guiana. Sendo o Brasil um dos países mais multilíngues do mundo, a pesquisa aborda a interação entre línguas, como o português, o inglês, creolese e línguas indígenas. A motivação para a pesquisa surgiu a partir da experiência pedagógica na disciplina de Inglês Técnico para Guiamento (ITG), no Instituto Federal de Roraima (IFRR), Campus Avançado Bonfim (CAB). As análises são sobre a produção do gênero discursivo folder como uma ferramenta metodológica no ensino de inglês, destacando o contexto multilíngue fronteiriço e as especificidades desse gênero. Trata-se de uma abordagem de caráter qualitativo, uma pesquisa de campo que envolveu alunos do curso técnico em turismo, e que culminou na produção de folderes digitais conforme proposta metodológica da disciplina do curso. Este estudo fundamenta-se teoricamente em autores como Bakhtin (1992) e Kharkhurin (2009), que discutem a importância do multilinguismo na educação e a necessidade de práticas pedagógicas inovadoras em ambientes diversificados, Couto e Bernardon (2014), que analisam o folder como gênero textual, e Morello e Martins (2016), que tratam do multilinguismo e do ensino-aprendizagem de línguas em contextos fronteiriços. Constatou-se que o folder digital é uma ferramenta eficaz no ensino de línguas e pode favorecer a interação social e comunicativa, valorizando a diversidade cultural presente na região de Bonfim.
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| format | Article |
| id | doaj-art-760a2d480b9f40579a0b58db8450d01b |
| institution | OA Journals |
| issn | 1981-4127 |
| language | Portuguese |
| publishDate | 2024-12-01 |
| publisher | Universidade Estadual de Roraima |
| record_format | Article |
| series | Ambiente |
| spelling | doaj-art-760a2d480b9f40579a0b58db8450d01b2025-08-20T02:16:10ZporUniversidade Estadual de RoraimaAmbiente1981-41272024-12-0117310.24979/ambiente.v17i3.1476Multilinguismo na fronteiraRogerio Pinto de Sousa0https://orcid.org/0000-0002-1619-938XDavid Sena Lemos1Instituto Federal de AlagoasUniversidade Estadual de Roraima Este trabalho examina o multilinguismo fronteiriço, tendo como lócus específico o município de Bonfim, localizado na fronteiro norte do Brasil com a República da Guiana. Sendo o Brasil um dos países mais multilíngues do mundo, a pesquisa aborda a interação entre línguas, como o português, o inglês, creolese e línguas indígenas. A motivação para a pesquisa surgiu a partir da experiência pedagógica na disciplina de Inglês Técnico para Guiamento (ITG), no Instituto Federal de Roraima (IFRR), Campus Avançado Bonfim (CAB). As análises são sobre a produção do gênero discursivo folder como uma ferramenta metodológica no ensino de inglês, destacando o contexto multilíngue fronteiriço e as especificidades desse gênero. Trata-se de uma abordagem de caráter qualitativo, uma pesquisa de campo que envolveu alunos do curso técnico em turismo, e que culminou na produção de folderes digitais conforme proposta metodológica da disciplina do curso. Este estudo fundamenta-se teoricamente em autores como Bakhtin (1992) e Kharkhurin (2009), que discutem a importância do multilinguismo na educação e a necessidade de práticas pedagógicas inovadoras em ambientes diversificados, Couto e Bernardon (2014), que analisam o folder como gênero textual, e Morello e Martins (2016), que tratam do multilinguismo e do ensino-aprendizagem de línguas em contextos fronteiriços. Constatou-se que o folder digital é uma ferramenta eficaz no ensino de línguas e pode favorecer a interação social e comunicativa, valorizando a diversidade cultural presente na região de Bonfim. https://testes.periodicos.uerr.edu.br/index.php/ambiente/article/view/1476Multilinguismo.Fronteira. Interculturalidade.Ensino-aprendizagem de línguas.Material didático. |
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