A poesia é uma trincheira de guerra
O texto pretende explorar, a partir da leitura de alguns ensaios de Paulo Leminski e dos manifestos de Roberto Piva, a ideia de que a poesia contemporânea assume o caráter de trincheira de guerra. Em textos como “Arte inútil, arte livre?” e “O inutensílio”, Leminski defende o fato de que a poesia re...
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| Main Author: | |
|---|---|
| Format: | Article |
| Language: | Portuguese |
| Published: |
Universidade Federal de Santa Catarina
2017-06-01
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| Series: | Outra Travessia |
| Online Access: | https://periodicos.ufsc.br/index.php/Outra/article/view/56041 |
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| Summary: | O texto pretende explorar, a partir da leitura de alguns ensaios de Paulo
Leminski e dos manifestos de Roberto Piva, a ideia de que a poesia contemporânea
assume o caráter de trincheira de guerra. Em textos como “Arte
inútil, arte livre?” e “O inutensílio”, Leminski defende o fato de que a poesia
resiste ao mundo mercadológico justamente por ser um objeto sem nenhuma
utilidade prática; por isso, sua importância. Já em Piva, tanto na poesia
como na série de manifestos publicados, esparsamente, ao longo da vida,
percebe-se a prática de uma poética da transgressão, que funciona como resistência
à institucionalização da vida.
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|---|---|
| ISSN: | 1807-5002 2176-8552 |