Inovação na recuperação pós-exercício desenvolvimento de gel comestível de chá verde como estratégia pós-treino
A prática de exercícios de alta intensidade está associada a um aumento significativo na produção de espécies reativas de oxigênio (ERO). Com a atividade mitocondrial aumentada ocorre uma ampliação do uso energético durante a atividade intensa, gerando, consequentemente desequilíbrio relacionado à p...
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| Main Authors: | , |
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| Format: | Article |
| Language: | Portuguese |
| Published: |
Instituto Brasileiro de Pesquisa e Ensino em Fisiologia do Exercício
2025-03-01
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| Series: | Revista Brasileira de Nutrição Esportiva |
| Subjects: | |
| Online Access: | https://www.rbne.com.br/index.php/rbne/article/view/2407 |
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| Summary: | A prática de exercícios de alta intensidade está associada a um aumento significativo na produção de espécies reativas de oxigênio (ERO). Com a atividade mitocondrial aumentada ocorre uma ampliação do uso energético durante a atividade intensa, gerando, consequentemente desequilíbrio relacionado à produção de ERO e à capacidade antioxidante do organismo. Algumas plantas possuem em sua composição fitoquímicos capaz de funcionar como antioxidantes, a exemplo do chá verde (Camellia Sinensis), que também pode exercer atividades anti-inflamatórias. O objetivo deste estudo é desenvolver e caracterizar um gel comestível contendo extrato seco de chá verde, destinado ao controle do estresse oxidativo e à recuperação muscular após atividades físicas intensas. A metodologia utilizada para a realização deste estudo resume-se na preparação do gel comestível de chá verde, avaliação macroscópica e microscópica da formulação e avaliação da estabilidade física e microbiológica, pelo teste de centrifugação exposição em temperaturas diferentes e contagem de microrganismos viáveis. Os resultados demonstraram que a formulação não apresentou qualquer alteração visual após 48 horas. Após centrifugação não ocorreu qualquer alteração e em relação ao armazenamento em diferentes condições de temperatura as condições de 8 e 25 ºC foram as que apresentaram melhores resultados. Quanto ao ensaio microbiológico não ocorreu o crescimento de bactérias e nem fungos nos meios para tais microrganismos. As análises indicaram a manutenção das características físicas e microbiológicas do gel mesmo depois de ser submetido a uma série de avaliações. Recomenda-se como aperfeiçoamento a inclusão de estabilizantes visando ao aumento da resistência do gel em alta temperatura. |
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| ISSN: | 1981-9927 |