Imagens negociadas: o experimental no cinema

http://dx.doi.org/10.5007/2175-8026.2006n51p147 Discute-se os desafios da tecnologia no campo das artes da imagem, tendo como foco dois documentários brasileiros que utilizam o vídeo digital menos para pensar o mundo ao qual se referem do que explorar as imagens que o constituem e os dispositivos...

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Main Author: Andréa França
Format: Article
Language:English
Published: Universidade Federal de Santa Catarina 2006-04-01
Series:Ilha do Desterro
Online Access:https://periodicos.ufsc.br/index.php/desterro/article/view/9779
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Description
Summary:http://dx.doi.org/10.5007/2175-8026.2006n51p147 Discute-se os desafios da tecnologia no campo das artes da imagem, tendo como foco dois documentários brasileiros que utilizam o vídeo digital menos para pensar o mundo ao qual se referem do que explorar as imagens que o constituem e os dispositivos (linhas de encaminhamento que implicam o espectador/personagem em determinadas relações físicas, subjetivas, cognitivas) que as acompanham. A pessoa é para o que nasce e Passaporte Húngaro são elaborados a partir daquilo que se quer filmar e não de pressuposições do diretor ou de realidades que os filmes pretensamente representariam. A crescente mediatização do cotidiano, através sobretudo da mídia televisiva, traz questões agudas para o campo do documentário que se depara cada vez mais com um mundo que já se dá como imagem, que detém um saber sobre o que significa “ser filmado”. Roberto Berliner e Sandra Kogut dialogam com essa situação à medida que fazem da câmera um catalisador de comportamento, um dispositivo que produz outra imagem e outro real.
ISSN:0101-4846
2175-8026