Qualidade de vida e sintomas persistentes em pacientes com síndrome pós-covid
Introdução: “Síndrome pós-Covid-19” refere-se à persistência de sintomas físicos e mentais após fase aguda da doença. Esses sintomas afetam o bem-estar do indivíduo, modificando sua relação e percepção em contextos sociais e culturais. Objetivo: Investigar como a Covid-19 e suas sequelas afetaram a...
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|---|---|
| Format: | Article |
| Language: | English |
| Published: |
Editora Unijuí
2025-08-01
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| Series: | Revista Contexto & Saúde |
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| Online Access: | https://www.revistas.unijui.edu.br/index.php/contextoesaude/article/view/14615 |
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| author | Renata Escorcio Emília Brollo Guedes Patrícia Jundi Penha |
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| collection | DOAJ |
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Introdução: “Síndrome pós-Covid-19” refere-se à persistência de sintomas físicos e mentais após fase aguda da doença. Esses sintomas afetam o bem-estar do indivíduo, modificando sua relação e percepção em contextos sociais e culturais. Objetivo: Investigar como a Covid-19 e suas sequelas afetaram a qualidade de vida do indivíduo. Método: A pesquisa dividiu-se em duas fases: análise transversal retrospectiva e observacional. A análise transversal retrospectiva deu-se pela análise dos prontuários dos pacientes internados em hospital da cidade de São Paulo, enquanto que a observacional consistiu na realização de entrevistas estruturadas por meio de contato telefônico no período de um ano pós alta hospitalar. Resultados: Foram analisados dados de 103 respondentes, dos quais 65% tiveram comprometimento pulmonar, 52% foram internados em enfermaria, 39% na UTI e 53% foram intubados. Os sintomas persistentes mais frequentes foram fraqueza muscular (74,8%), dispneia (61,2%), perda do paladar (48,5%), perda do olfato (45,6%), dessaturação (35,9%) e dependência de oxigênio (11,7%). No âmbito da qualidade de vida, o domínio ambiental apresentou menor escore (~15%). Conclusão: Mais da metade dos indivíduos evoluíram com sintomas persistentes, condição que afetou a qualidade de vida principalmente no domínio ambiental, dificultando o retorno às atividades laborais e atividades de lazer.
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| institution | Kabale University |
| issn | 2176-7114 |
| language | English |
| publishDate | 2025-08-01 |
| publisher | Editora Unijuí |
| record_format | Article |
| series | Revista Contexto & Saúde |
| spelling | doaj-art-68e6b829e96547bc9369bf4ff4d896bb2025-08-23T00:28:07ZengEditora UnijuíRevista Contexto & Saúde2176-71142025-08-01255010.21527/2176-7114.2025.50.14615Qualidade de vida e sintomas persistentes em pacientes com síndrome pós-covid Renata Escorcio0https://orcid.org/0000-0002-8781-1679Emília Brollo Guedes1https://orcid.org/0000-0001-8795-9940Patrícia Jundi Penha2https://orcid.org/0000-0003-0491-0418Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Faculdade de Ciências Humanas e da Saúde. Departamento de Teorias e Métodos em Fonoaudiologia e FisioterapiaPontifícia Universidade Católica de São Paulo. Faculdade de Ciências Humanas e da Saúde. Departamento de Teorias e Métodos em Fonoaudiologia e FisioterapiaPontifícia Universidade Católica de São Paulo. Faculdade de Ciências Humanas e da Saúde. Departamento de Teorias e Métodos em Fonoaudiologia e Fisioterapia Introdução: “Síndrome pós-Covid-19” refere-se à persistência de sintomas físicos e mentais após fase aguda da doença. Esses sintomas afetam o bem-estar do indivíduo, modificando sua relação e percepção em contextos sociais e culturais. Objetivo: Investigar como a Covid-19 e suas sequelas afetaram a qualidade de vida do indivíduo. Método: A pesquisa dividiu-se em duas fases: análise transversal retrospectiva e observacional. A análise transversal retrospectiva deu-se pela análise dos prontuários dos pacientes internados em hospital da cidade de São Paulo, enquanto que a observacional consistiu na realização de entrevistas estruturadas por meio de contato telefônico no período de um ano pós alta hospitalar. Resultados: Foram analisados dados de 103 respondentes, dos quais 65% tiveram comprometimento pulmonar, 52% foram internados em enfermaria, 39% na UTI e 53% foram intubados. Os sintomas persistentes mais frequentes foram fraqueza muscular (74,8%), dispneia (61,2%), perda do paladar (48,5%), perda do olfato (45,6%), dessaturação (35,9%) e dependência de oxigênio (11,7%). No âmbito da qualidade de vida, o domínio ambiental apresentou menor escore (~15%). Conclusão: Mais da metade dos indivíduos evoluíram com sintomas persistentes, condição que afetou a qualidade de vida principalmente no domínio ambiental, dificultando o retorno às atividades laborais e atividades de lazer. https://www.revistas.unijui.edu.br/index.php/contextoesaude/article/view/14615COVID-19Avaliação de SintomasSintomas ComportamentaisQualidade de Vida |
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