Representação Política: modelos e problematizações.
Primordialmente é introduzido um enquadre contratual para tratar da temática da representação política. Em seguida são apresentados três modelos de representação: (i) modelo de representação na concepção sociológica ou representação como microcosmo; (ii) modelo de representação na concepção do agen...
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| Main Authors: | , |
|---|---|
| Format: | Article |
| Language: | Portuguese |
| Published: |
Universidade Federal de Santa Catarina
2014-06-01
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| Series: | Política & Sociedade |
| Online Access: | https://periodicos.ufsc.br/index.php/politica/article/view/28265 |
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|---|---|
| author | Carolina Leister José Chiappin |
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| collection | DOAJ |
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Primordialmente é introduzido um enquadre contratual para tratar da temática da representação política. Em seguida são apresentados três modelos de representação: (i) modelo de representação na concepção sociológica ou representação como microcosmo; (ii) modelo de representação na concepção do agente/principal; (iii) modelo de representação na concepção burkeniana ou representação como autonomia. O objetivo deste artigo é estender-se sobre o segundo deles, o modelo de representação na concepção do agente/principal, por mostrar-se capaz de, em maior extensão, problematizar o conceito de representação política, particularmente se contraposto ao terceiro modelo, a representação na concepção de Burke, mas também com relação ao primeiro modelo, aquele da representação como microcosmo. Em seguida, são identificados alguns desses problemas levantados sobre o modelo do agente/principal, todos eles relativos à conexão/desconexão vontade do representado – decisão do representante. Finalmente são aventadas algumas abordagens que poderiam colaborar na proposição de soluções alternativas para esses problemas, particularmente a teoria dos grupos de Mancur Olson e a teoria da economia constitucional de James Buchanan. Estas soluções são calcadas na tentativa de construir desenhos institucionais que são enquadres para decisões políticas, de modo a garantir que o representante efetivamente adira ao interesse do corpo representado como um todo, em vez de seu próprio interesse e aquele de seu distrito eleitoral específico.
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| format | Article |
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| institution | OA Journals |
| issn | 1677-4140 2175-7984 |
| language | Portuguese |
| publishDate | 2014-06-01 |
| publisher | Universidade Federal de Santa Catarina |
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| series | Política & Sociedade |
| spelling | doaj-art-67943ccb8ef342e5a47d9b4cd3fe6b2c2025-08-20T02:09:51ZporUniversidade Federal de Santa CatarinaPolítica & Sociedade1677-41402175-79842014-06-01132610.5007/2175-7984.2014v13n26p8921860Representação Política: modelos e problematizações.Carolina Leister0José Chiappin1Escola Paulista de Política, Economia e Negócios - Universidade Federal de São Paulo EPPEN - UNIFESPFaculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo FEA - USP Primordialmente é introduzido um enquadre contratual para tratar da temática da representação política. Em seguida são apresentados três modelos de representação: (i) modelo de representação na concepção sociológica ou representação como microcosmo; (ii) modelo de representação na concepção do agente/principal; (iii) modelo de representação na concepção burkeniana ou representação como autonomia. O objetivo deste artigo é estender-se sobre o segundo deles, o modelo de representação na concepção do agente/principal, por mostrar-se capaz de, em maior extensão, problematizar o conceito de representação política, particularmente se contraposto ao terceiro modelo, a representação na concepção de Burke, mas também com relação ao primeiro modelo, aquele da representação como microcosmo. Em seguida, são identificados alguns desses problemas levantados sobre o modelo do agente/principal, todos eles relativos à conexão/desconexão vontade do representado – decisão do representante. Finalmente são aventadas algumas abordagens que poderiam colaborar na proposição de soluções alternativas para esses problemas, particularmente a teoria dos grupos de Mancur Olson e a teoria da economia constitucional de James Buchanan. Estas soluções são calcadas na tentativa de construir desenhos institucionais que são enquadres para decisões políticas, de modo a garantir que o representante efetivamente adira ao interesse do corpo representado como um todo, em vez de seu próprio interesse e aquele de seu distrito eleitoral específico. https://periodicos.ufsc.br/index.php/politica/article/view/28265 |
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