Uso da aromaterapia para o controle da ansiedade durante o atendimento odontopediátrico

Objetivo: Avaliar a capacidade ansiolítica do óleo essencial de Lavandula angustifólia como potencial agente complementar do manejo do comportamento infantil por meio de diferentes métodos durante o tratamento odontopediátrico, com e sem o uso de anestesia infiltrativa. Materiais e métodos: Cinquen...

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Main Authors: Yana Cosendey Toledo Mello-Peixoto, Eloá Cristina Passucci Ambrosio, Gisele Silva Dalben, Cleide Felicio Carvalho Carrara, Thais Marchini Oliveira, Paula Karine Jorge
Format: Article
Language:English
Published: Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Faculdade de Odontologia 2024-02-01
Series:Revista da Faculdade de Odontologia de Porto Alegre
Subjects:
Online Access:https://seer.ufrgs.br/index.php/RevistadaFaculdadeOdontologia/article/view/136768
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Description
Summary:Objetivo: Avaliar a capacidade ansiolítica do óleo essencial de Lavandula angustifólia como potencial agente complementar do manejo do comportamento infantil por meio de diferentes métodos durante o tratamento odontopediátrico, com e sem o uso de anestesia infiltrativa. Materiais e métodos: Cinquenta e três participantes foram submetidos a procedimentos odontológicos com ou sem anestesia infiltrativa e compuseram os seguintes conjuntos amostrais, Grupo 1, sem anestesia; Grupo 2, sem anestesia associado a placebo; Grupo 3, sem anestesia associado a aromaterapia (difusão aérea); Grupo 4, com anestesia; Grupo 5, com anestesia associado a placebo; Grupo 6, com anestesia associado a aromaterapia (difusão aérea); Grupo 7, sem anestesia associado a aromaterapia (inalação); Grupo 8, com anestesia associado a aromaterapia (inalação). Batimentos cardíaco por minuto (BPM), escala de Frankl, além de um questionário respondido pelo participante foram avaliados. A análise estatística foi aplicada (α=5%). Resultados: O Grupo 4 apresentou diferença estatisticamente significativa da escala de Frankl em comparação aos outros conjuntos amostrais (p=0.009). No Grupo 3, a variação do BPM foi menor em relação ao BPM inicial (r=-0.708; p=0.022); diferente da variação do BPM, dos Grupos 6 (r=-0.752; p=0.012) e 7 (r=-0.722; p=0.018). Discussão: Os grupos em que houve o uso da anestesia apresentaram piores resultados quanto ao comportamento, questionário e BPM final. Embora a difusão aérea e a inalação (mão em concha), apresentem o mesmo mecanismo de ação, o tempo de exposição, mostrou-se relevante. Conclusão: A aromaterapia reduziu o batimento cardíaco por minuto nas crianças que realizavam tratamento odontológico sem anestesia infiltrativa
ISSN:0566-1854
2177-0018