"O ATEÍSMO OLHANDO PARA SI: OS OBJETIVOS E AS ESTRATÉGIAS DA INCREDULIDADE ORGANIZADA" - (Joseph Langston, Joseph Hammer, Ryan T. Cragun)

Este estudo exploratório contribuiu para a pesquisa de incrédulos, suas comunidades, e o movimento ateísta em geral dividindo os incrédulos (N=1,939) em quatro grupos baseados no grau de afiliação formal e na avaliação de atitudes, percepções e preferências em três áreas. Primeiramente, examinamos a...

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Main Author: Mariana Fernandes de Souza
Format: Article
Language:Portuguese
Published: Pontifícia Universidade Católica de São Paulo 2016-03-01
Series:Último Andar
Online Access:https://revistas.pucsp.br/index.php/ultimoandar/article/view/27104
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description Este estudo exploratório contribuiu para a pesquisa de incrédulos, suas comunidades, e o movimento ateísta em geral dividindo os incrédulos (N=1,939) em quatro grupos baseados no grau de afiliação formal e na avaliação de atitudes, percepções e preferências em três áreas. Primeiramente, examinamos as preferências dos membros do grupo de incrédulos (“afiliados seculares”), ex-membros e não membros incrédulos (“não afiliados seculares”) suas metas, funções e atividades. Depois, examinamos as percepções de afiliados seculares no que diz respeito à razão pela qual não afiliados seculares não se unem ao grupo de incrédulos, assim como as razões pelas quais não afiliados não se unem a esses grupos. Em terceiro lugar, fizemos uma série de perguntas sobre a preferência dos incrédulos em relação à melhor abordagem da religião e de indivíduos religiosos. 77% de todos os que responderam optaram pelo grupo de contribuições à caridade e atividades humanitárias, enquanto apenas 23% optaram pelo grupo “proselitismo”. A razão mais forte dos não afiliados para não se unir a grupos, foi que fazer parte de um grupo desses não era uma prioridade, seguido pelo fato da incredulidade não ser uma parte relevante de suas identidades. Notadamente, aproximadamente um terço dos não afiliados seculares indicou que faria parte de um grupo se ele estivesse disponível localmente. Não foi indicado pela maioria dos incrédulos aceitação máxima ou confronto com a religião, embora a maioria dos que responderam optaram por aceitação (60%) em vez de confronto (25%). Muitos indicaram que a inclinação a atacar ou ridicularizar a religião não era absoluta, mas que dependia muito mais do contexto.
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