METODOLOGIA PARA AVALIAÇÃO DO ESCOAMENTO SUBSUPERFICIAL EM VERTENTES
O estudo teve como objetivo criar uma proposta metodológica para examinar a dinâmica do fluxo subsuperficial da água nas vertentes, considerando que a mesma possa ser aplicada em todo tipo de domínio climático e do tipo de solo/cobertura, exceto em locais onde predominam coberturas constantes por ne...
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| Main Author: | |
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| Format: | Article |
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| Published: |
Universidade Federal de Goiás
2019-12-01
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| Series: | Boletim Goiano de Geografia |
| Subjects: | |
| Online Access: | https://revistas.ufg.br/bgg/article/view/56995 |
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| author | Flavio Alves de Sousa |
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| description | O estudo teve como objetivo criar uma proposta metodológica para examinar a dinâmica do fluxo subsuperficial da água nas vertentes, considerando que a mesma possa ser aplicada em todo tipo de domínio climático e do tipo de solo/cobertura, exceto em locais onde predominam coberturas constantes por neve ou gelo. Para tanto, foram realizados trabalhos de campo e análises de laboratório e a ideia central é avaliar o quanto é escoado superficialmente após um evento chuvoso e quanto flui em subsuperfície ao nível de até 100 cm e, finalmente, predizer o quanto é infiltrado para o lençol freático. O experimento foi desenvolvido em uma vertente com área de 16.657 m2 localizada na fazenda da Universidade Federal de Goiás, Campus de Jataí-GO. A vertente analisada apresenta declividade de 3,7° onde predomina Latossolo Vermelho-Escuro distroférrico com textura franco-argilosa. Utilizou-se durante o experimento que durou de agosto de 2017 a janeiro de 2018 medidas do escoamento superficial, coleta de amostras indeformadas de solos, avaliação da umidade dos solos em profundidades de 30, 60 e 100 cm, e foram registrados os volumes de chuva durante o período do experimento. Do total de chuva que chegou à superfície 20,444% escoaram, 61,78% foram armazenados no solo, 17,77% infiltraram para o lençol freático e 0,006% fluíram em subsuperfície ao longo da vertente. |
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| institution | Kabale University |
| issn | 0101-708X 1984-8501 |
| language | English |
| publishDate | 2019-12-01 |
| publisher | Universidade Federal de Goiás |
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| series | Boletim Goiano de Geografia |
| spelling | doaj-art-62d93cdddc9142c280097a9ecdda9fe52025-08-20T03:46:58ZengUniversidade Federal de GoiásBoletim Goiano de Geografia0101-708X1984-85012019-12-01391120https://doi.org/10.5216/bgg.v39i0.56995METODOLOGIA PARA AVALIAÇÃO DO ESCOAMENTO SUBSUPERFICIAL EM VERTENTESFlavio Alves de Sousa0https://orcid.org/0000-0002-0770-9966Universidade Estadual de GoiásO estudo teve como objetivo criar uma proposta metodológica para examinar a dinâmica do fluxo subsuperficial da água nas vertentes, considerando que a mesma possa ser aplicada em todo tipo de domínio climático e do tipo de solo/cobertura, exceto em locais onde predominam coberturas constantes por neve ou gelo. Para tanto, foram realizados trabalhos de campo e análises de laboratório e a ideia central é avaliar o quanto é escoado superficialmente após um evento chuvoso e quanto flui em subsuperfície ao nível de até 100 cm e, finalmente, predizer o quanto é infiltrado para o lençol freático. O experimento foi desenvolvido em uma vertente com área de 16.657 m2 localizada na fazenda da Universidade Federal de Goiás, Campus de Jataí-GO. A vertente analisada apresenta declividade de 3,7° onde predomina Latossolo Vermelho-Escuro distroférrico com textura franco-argilosa. Utilizou-se durante o experimento que durou de agosto de 2017 a janeiro de 2018 medidas do escoamento superficial, coleta de amostras indeformadas de solos, avaliação da umidade dos solos em profundidades de 30, 60 e 100 cm, e foram registrados os volumes de chuva durante o período do experimento. Do total de chuva que chegou à superfície 20,444% escoaram, 61,78% foram armazenados no solo, 17,77% infiltraram para o lençol freático e 0,006% fluíram em subsuperfície ao longo da vertente.https://revistas.ufg.br/bgg/article/view/56995escoamentoinfiltraçãoexperimento |
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