O american dream e a cultura das aparências em Little Caesar, de Meryvn Leroy

Considerado o precursor dos filmes sonoros de gângster do chamado período “clássico” desse gênero, Little Caesar, dirigido por Mervyn LeRoy em 1931, narra o percurso do protagonista Rico Bandello (Edward G. Robinson) da sua ascensão à liderança da gangue à sua queda no final do filme. Little Caesar,...

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Bibliographic Details
Main Author: Elder Kôei Itikawa Tanaka
Format: Article
Language:English
Published: Universidade Federal de Santa Catarina 2017-01-01
Series:Ilha do Desterro
Online Access:https://periodicos.ufsc.br/index.php/desterro/article/view/45581
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Description
Summary:Considerado o precursor dos filmes sonoros de gângster do chamado período “clássico” desse gênero, Little Caesar, dirigido por Mervyn LeRoy em 1931, narra o percurso do protagonista Rico Bandello (Edward G. Robinson) da sua ascensão à liderança da gangue à sua queda no final do filme. Little Caesar, além de estabelecer os parâmetros seguidos pelas narrativas dos filmes de gângster a partir dos anos 1930, também contribuiu para que o gângster se tornasse um ícone da cultura norte-americana graças à disseminação de sua figura por meio da indústria cultural, principalmente no cinema. Nosso objetivo com o presente trabalho é, por meio da análise de algumas cenas do filme, verificar de que maneira se configuram a cultura das aparências e a ideologia do American Dream ao longo da narrativa.
ISSN:0101-4846
2175-8026