A utilização do escore de risco de Framingham para pacientes portadores de hipertensão arterial sistêmica

Objetivo: relatar a experiência da estratificação de risco cardiovascular em hipertensos cadastrados em uma Estratégia Saúde da Família do município de Montes Claros – MG. Materiais e Métodos: trata-se de um relato de experiência realizado em uma microárea de uma Estratégia Saúde da Família no Muni...

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Main Authors: Amanda Santos Siqueira, Gabriella Crisley de Carvalho Marques, Nathalia Larissa Macedo Catone, Nathalia Souza Ferreira, Patrícia Paulino Cardoso, Bruna Roberta Meira Rios
Format: Article
Language:English
Published: Centro Universitário FUNORTE 2022-03-01
Series:Bionorte
Subjects:
Online Access:http://revistas.funorte.edu.br/revistas/index.php/bionorte/article/view/167
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Description
Summary:Objetivo: relatar a experiência da estratificação de risco cardiovascular em hipertensos cadastrados em uma Estratégia Saúde da Família do município de Montes Claros – MG. Materiais e Métodos: trata-se de um relato de experiência realizado em uma microárea de uma Estratégia Saúde da Família no Município de Montes Claros entre o período de outubro/novembro de 2019. Inicialmente realizouse o levantamento dos hipertensos cadastrados através da ficha de acompanhamento (ficha B), composta por 36 pacientes. Foram selecionados de forma aleatória dez pacientes para realização da estratificação do grau de risco para doenças cardiovasculares. Para coleta dos dados foram utilizados prontuários, sistema de informação E-SUS e visita domiciliar. Como instrumento para realização da estratificação foi utilizado o escore de Framingham. Resultados: o estudo realizado acerca da estratificação do grau de risco permitiu identificar as necessidades e as intervenções necessárias para um melhor controle da saúde dos hipertensos. Pode-se observar que, apesar de todos os pacientes fazerem uso correto das medicações e não serem tabagistas, há uma baixa adesão destes nas ações oferecidas como estratégia de melhoria da qualidade de vida, como a prática de atividades físicas e a alimentação adequada. Conclusão: a estratificação de risco cardiovascular é imprescindível, tendo em vista que ajuda a conhecer os fatores de risco de cada paciente facilitando a implementação das ações necessárias para prevenção e promoção da saúde dos pacientes, evitando, assim, possíveis agravos e complicações.
ISSN:2526-6349