Relações de poder vivenciadas por mulheres trabalhadoras que amamentam: uma teoria substantiva

Objetivo: construir uma teoria substantiva sobre as relações de poder vivenciadas por trabalhadoras que amamentam, que podem influenciar na decisão e manutenção do aleitamento materno no local de trabalho. Métodos: pesquisa exploratória-descritiva qualitativa, na qual se utilizaram os referenciais...

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Main Authors: Vanessa Martinhago Borges Fernandes, Marli Terezinha Stein Backes, Evangelia Kotzias Atherino dos Santos, Betina Horner Schlindwein Meirelles, Gabriela Marcellino de Melo Lanzoni, Dulce Maria Pereira Garcia Galvão, Marcus Renato Lacerda Neves de Carvalho, Renara Guedes Araújo
Format: Article
Language:English
Published: Universidade Federal de Goias 2024-11-01
Series:Revista Eletrônica de Enfermagem
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Online Access:https://revistas.ufg.br/fen/article/view/77579
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description Objetivo: construir uma teoria substantiva sobre as relações de poder vivenciadas por trabalhadoras que amamentam, que podem influenciar na decisão e manutenção do aleitamento materno no local de trabalho. Métodos: pesquisa exploratória-descritiva qualitativa, na qual se utilizaram os referenciais de Relações de Poder de Michel Foucault e a Teoria Fundamentada nos Dados, de Corbin e Strauss. Duas técnicas foram utilizadas para a coleta de dados nas empresas (Santa Catarina, Brasil): grupo focal e entrevista semiestruturada. Codificação aberta, axial e integração seletiva foram utilizadas para análise de dados, com auxílio do Software Atlas.ti, com processo de validação da teoria substantiva por sete avaliadores. Resultados: participaram dezesseis trabalhadoras e dois profissionais de saúde. A teoria substantiva gerada, “Amamentando com êxito no retorno ao trabalho em decorrência da existência de dispositivos de apoio”, integra dez categorias, que representam o fenômeno central e seus três componentes: condições, ações-interações e consequências ou resultados. Conclusão: trabalhadoras vivenciam microrrelações singulares de poder no trabalho, que convergem e influenciam o poder de decisão de continuar amamentando. O desejo das trabalhadoras de amamentar, juntamente com o usufruto de direitos adquiridos e a disponibilidade de uma rede de apoio fazem com que elas perseverem no processo complexo de amamentação.
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