CORRELACIONISMO E SUBJETALISMO DE MEILLASSOUX COMO CHAVE DE LEITURA DA HISTÓRIA DA FILOSOFIA CONTEMPORÂNEA FRANCESA
A história da filosofia é marcada por eventos singulares que servem de base interpretativa para compreensão do pensamento de um grupo ou de uma época. Neste sentido, esse estudo trata de modos de classificação e tipologia da filosofia contemporânea, em particular da filosofia contemporânea francesa...
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| Main Author: | |
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| Format: | Article |
| Language: | Portuguese |
| Published: |
Universidade Estadual Paulista (UNESP)
2019-12-01
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| Series: | Kínesis |
| Subjects: | |
| Online Access: | https://revistas.marilia.unesp.br/index.php/kinesis/article/view/9633 |
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| Summary: | A história da filosofia é marcada por eventos singulares que servem de base interpretativa para compreensão do pensamento de um grupo ou de uma época. Neste sentido, esse estudo trata de modos de classificação e tipologia da filosofia contemporânea, em particular da filosofia contemporânea francesa. Partindo das caracterizações já tomadas como canônicas, em especial a de giro linguístico (linguistic turn), apresentada por Michael Dummett em "Origins of analytical philosophy", e a de giro teológico (theological turn), apresentada por Dominique Janicaud em "Phenomenology and the 'theological turn': the French debate", pretende-se interrogar em que medida os conceitos de correlacionismo (corrélationisme) e subjetalismo (subjectalisme), apresentados por Quentin Meillassoux em "Après La Finitude: Essai sur la Nécessité de la Contingence" e em "Interação, reiteração, repetição - Uma análise especulativa do signo desprovido de sentido", podem superar as lacunas daquelas. Com isso, almeja-se uma complementação do esboço feito por Alain Badiou sobre a história da filosofia contemporânea francesa em "A aventura da filosofia francesa no século XX".
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| ISSN: | 1984-8900 |