Perfil sociodemográfico e clínico de idosos em uma microárea no Seridó Potiguar
Introdução: O envelhecimento populacional é um processo consolidado mundialmente.À medida que a população envelhece, novas necessidades em saúde surgem, fazendo com que os serviços de saúde se renovem e se capacitem para atender à pessoa idosa em sua integralidade. No Brasil, destacamos o pape...
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| Format: | Article |
| Language: | English |
| Published: |
Sociedade Brasileira de Medicina de Família e Comunidade
2025-04-01
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| Series: | Revista Brasileira de Medicina de Família e Comunidade |
| Subjects: | |
| Online Access: | https://rbmfc.org.br/rbmfc/article/view/4490 |
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| Summary: | Introdução: O envelhecimento populacional é um processo consolidado mundialmente.À medida que a população envelhece, novas necessidades em saúde surgem, fazendo com que os serviços de saúde se renovem e se capacitem para atender à pessoa idosa em sua integralidade. No Brasil, destacamos o papel da Atenção Primária, com ênfase na Estratégia Saúde da Família. Reconhecer a população de sua área adscrita possibilita um planejamento no cuidado em saúde que contemplem as necessidades de sua população. Objetivo: Investigar as condições de saúde da população de uma microárea no Seridó, caracterizando os perfis sociodemográfico e clínico desses idosos e identificando as condições de saúde prevalentes. Métodos: Estudo observacional desenvolvido em uma microárea localizada no Seridó Potiguar. Os atores do estudo foram idosos com 60 anos ou mais residentes na microárea mencionada e com prontuário ativo. O instrumento de pesquisa foi criado com base na Caderneta de Saúde da Pessoa Idosa. A análise foi por meio de estatística descritiva, utilizando-se do software IBM SPSS Statistics versão 20. Resultados: A variável dependente foi polifarmácia, sendo aplicado o teste do χ2 e o cálculo da razão de prevalência. Foram coletados dados de 49 idosos que, em sua maioria, são do sexo feminino, solteiros, com filhos e sem deficiência. A hipertensão arterial foi a condição de saúde prevalente na população; a polifarmácia apareceu em 32,7% dos participantes e foi significamente maior em indivíduos com mais de 71 anos (RP=0,260; IC95% 0,073–0,928). Conclusões: O presente trabalho evidenciou que a polifarmácia tem maior ocorrência em indivíduos mais velhos. Conforme o indivíduo envelhece, ocorre maior exposição a doenças, com destaque às doenças crônicas não transmissíveis, estando mais suscetível ao maior uso de medicamentos.
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| ISSN: | 1809-5909 2179-7994 |