Prevalência Da Incontinência Urinária Em Idosos De Porto Alegre-Rs

Objetivo: O objetivo do estudo foi avaliar a prevalência da incontinência urinária (IU) e seu impacto na qualidade de vida na população idosa de um bairro de Porto Alegre (Rio Grande do Sul). Metodologia: A amostra foi composta por 401 indivíduos, com idade superior a 65 anos, de ambos os sexos, res...

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Main Authors: Luís Henrique Telles da Rosa, Cislaine Machado de Souza, Caroline Helena Lazzarotto de Lima, Elenice da Silveira Bissigo Boggio, Fernanda Cecília dos Santos, Cristiane Carboni, Kalina Durigon Keller, Patrícia da Silva Klahr, Patricia Viana da Rosa
Format: Article
Language:English
Published: Brazilian Society of Geriatrics and Gerontology 2024-11-01
Series:Geriatrics, Gerontology and Aging
Subjects:
Online Access:https://cdn.publisher.gn1.link/ggaging.com/pdf/v8n2a03.pdf
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description Objetivo: O objetivo do estudo foi avaliar a prevalência da incontinência urinária (IU) e seu impacto na qualidade de vida na população idosa de um bairro de Porto Alegre (Rio Grande do Sul). Metodologia: A amostra foi composta por 401 indivíduos, com idade superior a 65 anos, de ambos os sexos, residentes há pelo menos 12 meses no bairro. A coleta de dados foi realizada por meio da aplicação do International Consultation on Continence Questionnaire - Short Form (ICIQ-SF), durante uma visita domiciliar. Resultados: A prevalência de IU encontrada na população foi de 32,2%. Em relação ao gênero, 37,9% das mulheres apresentaram-se incontinentes; nos homens, o percentual foi de 15,5%. Os tipos de IU mais prevalentes foram de urgência (18%) e de esforço (16%). Existe uma associação significativa entre a presença de IU e o avanço da idade (r = 0,183; p < 0,001), idade e a interferência na vida diária (r = 0,101; p = 0,044) e idade e a piora na qualidade de vida (r = 0,117; p = 0,02). O ICIQ-SF demonstrou impacto negativo na qualidade de vida dos idosos com IU. Conclusão: Observou-se maior prevalência de IU entre mulheres em todas as faixas etárias. A IU de urgência e a de esforço foram as mais prevalentes. O ICIQ-SF indicou interferência negativa significativa da IU na qualidade de vida dos idosos, sobretudo na faixa etária dos 90 aos 99 anos. A prevalência de IU interferiu de maneira significativa na frequência das perdas, na realização das atividades de vida diária e na piora da qualidade de vida dos idosos estudados.
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