PERFIL BIOPSICOSSOCIAL E O IMPACTO DA INCONTINÊNCIA URINÁRIA SOBRE A QUALIDADE DE VIDA DAS MULHERES

Para avaliar o perfil biopsicossocial e o impacto da incontinência urinária na qualidade de vida das mulheres. Métodos: Foi realizado um estudo clínico transversal e cego, envolvendo 31 mulheres com incontinência urinária e idade média de 51,5±13,9 anos. Foram coletados dados sociodemográficos e re...

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Main Authors: Izabela Lopes Mendes, Marcela Cristina Levino da Silva, Ana Carolina Dias Oliveira, Marcele Florêncio Neves
Format: Article
Language:Portuguese
Published: Universidade do Vale do Paraíba 2024-11-01
Series:Revista UniVap
Subjects:
Online Access:https://revista.univap.br/index.php/revistaunivap/article/view/4554
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description Para avaliar o perfil biopsicossocial e o impacto da incontinência urinária na qualidade de vida das mulheres. Métodos: Foi realizado um estudo clínico transversal e cego, envolvendo 31 mulheres com incontinência urinária e idade média de 51,5±13,9 anos. Foram coletados dados sociodemográficos e respostas a questionários, incluindo o King's Health Questionnaire (KHQ), o Incontinence Severity Index (ISI-Q) e o Urogenital Distress Inventory (UDI). A análise estatística incluiu o teste de normalidade de Kolmogorov-Smirnov (p unilateral ≤0,001) e a correlação de Pearson. Resultados: Os dados sociodemográficos revelaram uma prevalência de incontinência urinária de esforço (n=18), seguida por incontinência urinária mista (n=11) e incontinência urinária de urgência (n=2). Os dados do King's Health Questionnaire mostraram valores significativos com correlação moderada nos domínios de limitações funcionais e medidas de gravidade (r=0,616); limitações físicas e limitações sociais (r=0,604); limitações físicas e relacionamentos pessoais (r=0,504); limitações físicas e escala de gravidade dos sintomas (r=0,538). Os escores do Incontinence Severity Index indicaram 9 mulheres com gravidade leve, 15 com gravidade moderada, 4 com gravidade grave e 3 com casos muito graves. Quanto ao impacto dos sintomas urinários medido pelo Urogenital Distress Inventory, relacionados à urgência urinária, incontinência de urgência, incontinência de esforço e/ou sintomas de esvaziamento, o valor médio foi de 26,7±17,1. Conclusão: Mulheres com incontinência urinária apresentam diversas alterações que afetam o bem-estar físico, funcional, psicológico e social, impactando negativamente sua qualidade de vida.
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institution OA Journals
issn 1517-3275
2237-1753
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publishDate 2024-11-01
publisher Universidade do Vale do Paraíba
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spelling doaj-art-55a43db8072043fcaa6845bc30f40ca72025-08-20T02:12:45ZporUniversidade do Vale do ParaíbaRevista UniVap1517-32752237-17532024-11-01306710.18066/revistaunivap.v30i67.45544308PERFIL BIOPSICOSSOCIAL E O IMPACTO DA INCONTINÊNCIA URINÁRIA SOBRE A QUALIDADE DE VIDA DAS MULHERESIzabela Lopes Mendes0Marcela Cristina Levino da Silva1Ana Carolina Dias Oliveira2Marcele Florêncio Neves3Universidade do Vale do ParaíbaUniversidade do Vale do Paraíba - UnivapUniversidade do Vale do Paraíba - UnivapUniversidade do Vale do Paraíba - Univap Para avaliar o perfil biopsicossocial e o impacto da incontinência urinária na qualidade de vida das mulheres. Métodos: Foi realizado um estudo clínico transversal e cego, envolvendo 31 mulheres com incontinência urinária e idade média de 51,5±13,9 anos. Foram coletados dados sociodemográficos e respostas a questionários, incluindo o King's Health Questionnaire (KHQ), o Incontinence Severity Index (ISI-Q) e o Urogenital Distress Inventory (UDI). A análise estatística incluiu o teste de normalidade de Kolmogorov-Smirnov (p unilateral ≤0,001) e a correlação de Pearson. Resultados: Os dados sociodemográficos revelaram uma prevalência de incontinência urinária de esforço (n=18), seguida por incontinência urinária mista (n=11) e incontinência urinária de urgência (n=2). Os dados do King's Health Questionnaire mostraram valores significativos com correlação moderada nos domínios de limitações funcionais e medidas de gravidade (r=0,616); limitações físicas e limitações sociais (r=0,604); limitações físicas e relacionamentos pessoais (r=0,504); limitações físicas e escala de gravidade dos sintomas (r=0,538). Os escores do Incontinence Severity Index indicaram 9 mulheres com gravidade leve, 15 com gravidade moderada, 4 com gravidade grave e 3 com casos muito graves. Quanto ao impacto dos sintomas urinários medido pelo Urogenital Distress Inventory, relacionados à urgência urinária, incontinência de urgência, incontinência de esforço e/ou sintomas de esvaziamento, o valor médio foi de 26,7±17,1. Conclusão: Mulheres com incontinência urinária apresentam diversas alterações que afetam o bem-estar físico, funcional, psicológico e social, impactando negativamente sua qualidade de vida. https://revista.univap.br/index.php/revistaunivap/article/view/4554urinary incontinencequality of lifewomens's health
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