MATERNIDADE E ENFRENTAMENTO: UMA CONSTRUÇÃO SOCIAL SENTIDA NA PELE

O presente artigo se refere ao recorte de uma pesquisa de iniciação científica, que buscou compreender como o processo de tornar-se mãe e do maternar foi construído histórica, social e culturalmente. Tal pesquisa se fez através de uma revisão de literatura, se configurando como exploratória a parti...

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Bibliographic Details
Main Authors: Débora Cristina de Oliveira Fernandes, Matheus Orlando da Costa Santos, Nathalia dos santos Dutra
Format: Article
Language:Spanish
Published: Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais 2025-06-01
Series:Pretextos
Subjects:
Online Access:https://periodicos.pucminas.br/pretextos/article/view/32721
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Description
Summary:O presente artigo se refere ao recorte de uma pesquisa de iniciação científica, que buscou compreender como o processo de tornar-se mãe e do maternar foi construído histórica, social e culturalmente. Tal pesquisa se fez através de uma revisão de literatura, se configurando como exploratória a partir da referência literária O Mito do Amor Materno de Elisabeth Badinter. Como resultado, foi possível perceber que vários discursos como: os filosóficos, políticos, culturais, econômicos e sociais contribuíram para a criação e manutenção da crença de uma idealização e romantização do tornar-se mãe. Conclui-se que tal crença, considerada como fixa e única, contribui para sofrimentos, adoecimentos e sentimentos como culpa, sentimento de baixa competência, angustias e frustração das mulheres frente à maternidade, impactando diretamente na escolha de ser mãe.
ISSN:2448-0738