Influência da música em variáveis psicofisiológicas durante um exercício submáximo em ciclossimulador

O Colégio Americano de Medicina do Esporte (CAME) propõe algumas recomendações para a prática de atividade física na tentativa de aprimorar a saúde ou prevenir problemas crônicos degenerativos ao ser humano, dessa forma algumas estratégias ergogênicas podem auxiliar essa prática, entre elas o uso da...

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Main Authors: Marcelo Bigliassi, Elisa Santos, Thiago Kanthack, Henrique Bortolotti, Leandro Altimari
Format: Article
Language:English
Published: Sociedade Brasileira de Atividade Física e Saúde 2013-05-01
Series:Revista Brasileira de Atividade Física e Saúde
Subjects:
Online Access:https://rbafs.org.br/RBAFS/article/view/2354
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Description
Summary:O Colégio Americano de Medicina do Esporte (CAME) propõe algumas recomendações para a prática de atividade física na tentativa de aprimorar a saúde ou prevenir problemas crônicos degenerativos ao ser humano, dessa forma algumas estratégias ergogênicas podem auxiliar essa prática, entre elas o uso da música, capaz de possibilitar um melhor desempenho e menor percepção de esforço. Sendo assim, o objetivo deste estudo foi investigar o efeito da música em variáveis psicofisiológicas de adultos durante a prática de atividade física prescrita segundo as recomendações do CAME/AAC, (2007). Participaram deste estudo 10 voluntários saudáveis do sexo masculino (22,3 ± 1,8 anos, 175,0 ± 5,5 cm e 74,8 ± 11,0 Kg) que realizaram duas sessões experimentais de 30 minutos em ciclossimulador com intensidade correspondente a 60% da frequência cardíaca de reserva (FC Limiar de Treino), sobre duas condições: Música (M) e Controle (C). Foram avaliadas as variáveis: potência média (WMED), variabilidade da frequência cardíaca (VFC), percepção subjetiva de esforço (PSE) e o estado de humor (EH) dos participantes. Para as variáveis: PSE, WMED, VFC foi usado o teste de análise de variância (ANOVA – two-way) para medidas repetidas, seguido do post-hoc de Bonferroni e para a variável EH foi usado o teste de Wilcoxon. O nível de significância estatística adotada nas análises foi de 5%. Nenhuma diferença estatisticamente significante foi encontrada para as variáveis WMED, VFC, PSE e EH dos participantes entre as condições M e C (P > 0,05). Conclui-se que a música não foi capaz de influenciar as medidas psicofisiológicas em esforço submáximo.
ISSN:1413-3482
2317-1634