As (des)continuidades históricas do sublime
A presença do conceito de sublime nas reflexões de alguns dos principais autores da filosofia da arte do século XX é, em muitos casos, saudada como o ressurgimento de um conceito estético relegado ao segundo plano após as formulações de Kant e Schiller, ainda no século XVIII. O impacto da estética h...
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| Main Author: | |
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| Format: | Article |
| Language: | Portuguese |
| Published: |
Universidade Federal Fluminense
2025-06-01
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| Series: | Viso |
| Subjects: | |
| Online Access: | https://revistaviso.com.br/ojs/index.php/viso/article/view/635 |
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| Summary: | A presença do conceito de sublime nas reflexões de alguns dos principais autores da filosofia da arte do século XX é, em muitos casos, saudada como o ressurgimento de um conceito estético relegado ao segundo plano após as formulações de Kant e Schiller, ainda no século XVIII. O impacto da estética hegeliana e de seu veredicto sobre o fim da (bela) arte, tal como as aspirações metafísicas de Schelling e Schopenhauer nos dão a impressão de que o século XIX ignorou o sublime, cabendo aos autores do século seguinte, como Adorno e Lyotard, a tarefa de retomar uma história interrompida deste conceito. Neste artigo, contudo, defenderemos a tese de que há, na obra do poeta e filósofo Friedrich Hölderlin, um elo de ligação entre as definições do sublime na estética kantiana e seu apenas aparente renascimento na contemporaneidade. |
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| ISSN: | 1981-4062 |