Clivadas é que à luz da cartografia sintática

Estruturas clivadas são sentenças utilizadas para focalizar elementos sintáticos através de movimento não argumental e de itens focalizadores, como a cópula e o complementizador que. O português brasileiro (PB) dispõe de clivadas canônicas, que apresentam a sequência linear “cópula+foco+que+IP”. En...

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Main Author: Damaris Matias Silveira
Format: Article
Language:Portuguese
Published: Universidade Federal do Rio de Janeiro 2024-08-01
Series:Revista Linguística
Online Access:https://revistas.ufrj.br/index.php/rl/article/view/63733
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spelling doaj-art-4eae3c398de84e9aa70099125150946f2025-08-20T02:55:16ZporUniversidade Federal do Rio de JaneiroRevista Linguística1808-835X2238-975X2024-08-0120210.31513/linguistica.2024.v20n2a6373346754Clivadas é que à luz da cartografia sintáticaDamaris Matias Silveira0https://orcid.org/0000-0002-5264-9202Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) Estruturas clivadas são sentenças utilizadas para focalizar elementos sintáticos através de movimento não argumental e de itens focalizadores, como a cópula e o complementizador que. O português brasileiro (PB) dispõe de clivadas canônicas, que apresentam a sequência linear “cópula+foco+que+IP”. Entretanto, a literatura menciona a existência das chamadas “clivadas invertidas”, que apresentam o foco em posição inicial. Com base no Programa Cartográfico, que concebe os elementos sintáticos como objetos complexos e hierarquicamente organizados, propomos uma análise para essas construções, as quais chamaremos de “Clivadas é que”, uma vez que não a consideramos uma versão invertida das clivadas canônicas, mas uma estrutura independente em que a cópula e o complementizador figuram como itens funcionais. Palavras-chave: Clivadas. Cartografia. Periferia esquerda. https://revistas.ufrj.br/index.php/rl/article/view/63733
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