Resistência à flexão de resina acrílica polimerizada pela energia de microondas

Fraturas em bases de resina acrílica representam um problema nas reabilitações com próteses totais. Várias pesquisas vêm sendo desenvolvidas buscando-se melhorar a resistência das resinas acrílicas, utilizando, para isso, novos métodos de processamento. O objetivo desse trabalho foi avaliar a influê...

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Main Authors: Débora Barbosa, Raphael Souza, Matheus Guilherme Lucas, Cláudio Rodrigues Leles, Marco Antonio Compagnoni
Format: Article
Language:English
Published: Universidade Estadual Paulista 2010-08-01
Series:Brazilian Dental Science
Online Access:https://ojs.ict.unesp.br/index.php/cob/article/view/357
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description Fraturas em bases de resina acrílica representam um problema nas reabilitações com próteses totais. Várias pesquisas vêm sendo desenvolvidas buscando-se melhorar a resistência das resinas acrílicas, utilizando, para isso, novos métodos de processamento. O objetivo desse trabalho foi avaliar a influência de dois ciclos de polimerização por microondas sobre a resistência à flexão de um tipo de resina acrílica. Para isso, três grupos foram avaliados (A, B e C), utilizando-se para todos eles a resina acrílica termopolimerizável convencional Clássico. Em dois grupos polimerizou-se a resina acrílica em forno de microondas (Continental AW-30) nos seguintes ciclos: Grupo A) 3 minutos a 500W e Grupo B) pré-polimerização com a mufla posicionada verticalmente por 13 minutos a 90W e polimerização final por 90 segundos a 500W com a mufla na horizontal. O Grupo C foi polimerizado em banho de água quente por 9 horas a 74ºC e utilizado como controle nessa pesquisa. Os corpos-de-prova (n= 9 por grupo) foram submetidos ao ensio de flexão de três pontos na máquina para ensaios mecânicos MTS-810. As médias de resistência flexural (MPa) para os grupos A, B e C foram 101,27 (±12,31),90,66 (±7,56) e 85,06 (±17,50), respectivamente. A análise de variância mostrou diferença significativa entre os grupos avaliados, sendo esta evidenciada entre os grupos A e C através do teste de Tuckey (p<0,05). Concluiuse, dessa forma, que a resina acrílica termopolimerizável convencional Clássico pôde ser polimerizada pela energia de microondas, sem prejuízo à propriedade mecânica avaliada.
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spelling doaj-art-4d786206f70a48ed93597401237ffccf2025-08-22T17:31:37ZengUniversidade Estadual PaulistaBrazilian Dental Science2178-60112010-08-016210.14295/bds.2003.v6i2.357Resistência à flexão de resina acrílica polimerizada pela energia de microondasDébora BarbosaRaphael SouzaMatheus Guilherme LucasCláudio Rodrigues LelesMarco Antonio CompagnoniFraturas em bases de resina acrílica representam um problema nas reabilitações com próteses totais. Várias pesquisas vêm sendo desenvolvidas buscando-se melhorar a resistência das resinas acrílicas, utilizando, para isso, novos métodos de processamento. O objetivo desse trabalho foi avaliar a influência de dois ciclos de polimerização por microondas sobre a resistência à flexão de um tipo de resina acrílica. Para isso, três grupos foram avaliados (A, B e C), utilizando-se para todos eles a resina acrílica termopolimerizável convencional Clássico. Em dois grupos polimerizou-se a resina acrílica em forno de microondas (Continental AW-30) nos seguintes ciclos: Grupo A) 3 minutos a 500W e Grupo B) pré-polimerização com a mufla posicionada verticalmente por 13 minutos a 90W e polimerização final por 90 segundos a 500W com a mufla na horizontal. O Grupo C foi polimerizado em banho de água quente por 9 horas a 74ºC e utilizado como controle nessa pesquisa. Os corpos-de-prova (n= 9 por grupo) foram submetidos ao ensio de flexão de três pontos na máquina para ensaios mecânicos MTS-810. As médias de resistência flexural (MPa) para os grupos A, B e C foram 101,27 (±12,31),90,66 (±7,56) e 85,06 (±17,50), respectivamente. A análise de variância mostrou diferença significativa entre os grupos avaliados, sendo esta evidenciada entre os grupos A e C através do teste de Tuckey (p<0,05). Concluiuse, dessa forma, que a resina acrílica termopolimerizável convencional Clássico pôde ser polimerizada pela energia de microondas, sem prejuízo à propriedade mecânica avaliada.https://ojs.ict.unesp.br/index.php/cob/article/view/357
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