Fringe belts em uma perspectiva brasileira

Este trabalho tem como fim expor os conceitos tradicionais de fringe belts, tanto os definidos por Louis, em 1936, estudados por M. R. G. Conzen na sua pesquisa de 1960, quanto os observados por M. P. Conzen nas cidades norte-americanas. Pela identificação das características encontradas em trabalh...

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Main Authors: Staël de Alvarenga Pereira Costa, Maria Cristina Villefort Teixeira, Maria Manoela Gimmler Netto, Marina Salgado, Elieth Amélia de Sousa
Format: Article
Language:Portuguese
Published: Rede Portuguesa de Morfologia Urbana 2025-02-01
Series:Revista de Morfologia Urbana
Subjects:
Online Access:http://revistademorfologiaurbana.org/index.php/rmu/article/view/411
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Description
Summary:Este trabalho tem como fim expor os conceitos tradicionais de fringe belts, tanto os definidos por Louis, em 1936, estudados por M. R. G. Conzen na sua pesquisa de 1960, quanto os observados por M. P. Conzen nas cidades norte-americanas. Pela identificação das características encontradas em trabalhos elaborados por pesquisadores brasileiros, pretende-se conceituar as principais abordagens e discutir a sua apropriada nomenclatura. Os procedimentos metodológicos incluem, inicialmente, consultas aos textos dos dois pesquisadores, Louis e Conzen, que permitem identificar esses elementos morfológicos por meio de análises do desenvolvimento das cidades onde se inserem. Na etapa seguinte, são abordados estudos sobre esses elementos morfológicos realizados por pesquisadores brasileiros em distintos contextos urbanos. Cidades de origem colonial, como Ouro Preto, Tiradentes, Belém e Salvador, são analisadas em relação ao contexto de formação da malha urbana e dos respectivos fringe belts. Investigações sobre trabalhos efetuados em urbes com origem no século XIX e XX, tais como Maringá, Uberlândia e Belo Horizonte, permitem comparar e avaliar a aplicação dos conceitos sobre fringe belts em diferentes cidades. Mais do que o conhecimento do trabalho efetuado por pesquisadores nacionais, essas pesquisas apontam para o potencial de integração entre abordagens da Morfologia Urbana e da Ecologia da Paisagem.
ISSN:2182-7214