Criptococose em felino

A criptococose felina é causada pelo fungo sistêmico do gênero Cryptococcus, após a inalação de leveduras, que se desenvolvem em dejetos de aves e na vegetação caída no solo. Os sinais clínicos podem variar de lesões localizadas ou sistêmicas, que podem aparecer de forma isolada ou conjunta, causan...

Full description

Saved in:
Bibliographic Details
Main Authors: Fabíola Wenning Gnoatto, Cristiane Elise Teichmann, Tanara Raquel de Oliveira da Silva, Bruna Carolina Ulsenheimer, Carlos Henrique de Mello Wilges, Carolina Ferrazza Nicola
Format: Article
Language:English
Published: Editora MV Valero 2024-03-01
Series:Pubvet
Subjects:
Online Access:https://ojs.pubvet.com.br/index.php/revista/article/view/3572
Tags: Add Tag
No Tags, Be the first to tag this record!
_version_ 1849227214324760576
author Fabíola Wenning Gnoatto
Cristiane Elise Teichmann
Tanara Raquel de Oliveira da Silva
Bruna Carolina Ulsenheimer
Carlos Henrique de Mello Wilges
Carolina Ferrazza Nicola
author_facet Fabíola Wenning Gnoatto
Cristiane Elise Teichmann
Tanara Raquel de Oliveira da Silva
Bruna Carolina Ulsenheimer
Carlos Henrique de Mello Wilges
Carolina Ferrazza Nicola
author_sort Fabíola Wenning Gnoatto
collection DOAJ
description A criptococose felina é causada pelo fungo sistêmico do gênero Cryptococcus, após a inalação de leveduras, que se desenvolvem em dejetos de aves e na vegetação caída no solo. Os sinais clínicos podem variar de lesões localizadas ou sistêmicas, que podem aparecer de forma isolada ou conjunta, causando síndrome respiratória, neurológica, ocular e cutânea. As formas mais comuns são a cutânea e via respiratórias superiores, consistindo em espirros, coriza, secreção nasal, nódulos e tumefação no plano nasal. O diagnóstico pode ser realizado por exame citológico, ou cultura fúngica. O tratamento de eleição se dá pelo uso de antifúngicos, em especial o itraconazol, muito utilizado pela alta eficácia quando não há envolvimento de Sistema Nervoso Central (SNC). O tratamento se estende um mês após cura da infecção, devido ao alto índice de recidiva.
format Article
id doaj-art-44fb63b6faff444ab8d57ebb4ffb9e65
institution Kabale University
issn 1982-1263
language English
publishDate 2024-03-01
publisher Editora MV Valero
record_format Article
series Pubvet
spelling doaj-art-44fb63b6faff444ab8d57ebb4ffb9e652025-08-23T15:56:47ZengEditora MV ValeroPubvet1982-12632024-03-01180410.31533/pubvet.v18n04e1575Criptococose em felinoFabíola Wenning Gnoatto0Cristiane Elise Teichmann1Tanara Raquel de Oliveira da Silva2https://orcid.org/0000-0002-3246-223XBruna Carolina Ulsenheimer3https://orcid.org/0000-0003-3366-2062Carlos Henrique de Mello Wilges4Carolina Ferrazza Nicola5Faculdade QualittasUniversidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das MissõesUniversidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das MissõesUniversidade Federal de Santa MariaUniversidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das MissõesUniversidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões A criptococose felina é causada pelo fungo sistêmico do gênero Cryptococcus, após a inalação de leveduras, que se desenvolvem em dejetos de aves e na vegetação caída no solo. Os sinais clínicos podem variar de lesões localizadas ou sistêmicas, que podem aparecer de forma isolada ou conjunta, causando síndrome respiratória, neurológica, ocular e cutânea. As formas mais comuns são a cutânea e via respiratórias superiores, consistindo em espirros, coriza, secreção nasal, nódulos e tumefação no plano nasal. O diagnóstico pode ser realizado por exame citológico, ou cultura fúngica. O tratamento de eleição se dá pelo uso de antifúngicos, em especial o itraconazol, muito utilizado pela alta eficácia quando não há envolvimento de Sistema Nervoso Central (SNC). O tratamento se estende um mês após cura da infecção, devido ao alto índice de recidiva. https://ojs.pubvet.com.br/index.php/revista/article/view/3572Criptococosefelinosfungo
spellingShingle Fabíola Wenning Gnoatto
Cristiane Elise Teichmann
Tanara Raquel de Oliveira da Silva
Bruna Carolina Ulsenheimer
Carlos Henrique de Mello Wilges
Carolina Ferrazza Nicola
Criptococose em felino
Pubvet
Criptococose
felinos
fungo
title Criptococose em felino
title_full Criptococose em felino
title_fullStr Criptococose em felino
title_full_unstemmed Criptococose em felino
title_short Criptococose em felino
title_sort criptococose em felino
topic Criptococose
felinos
fungo
url https://ojs.pubvet.com.br/index.php/revista/article/view/3572
work_keys_str_mv AT fabiolawenninggnoatto criptococoseemfelino
AT cristianeeliseteichmann criptococoseemfelino
AT tanararaqueldeoliveiradasilva criptococoseemfelino
AT brunacarolinaulsenheimer criptococoseemfelino
AT carloshenriquedemellowilges criptococoseemfelino
AT carolinaferrazzanicola criptococoseemfelino