Fauna sinantrópica e silvestre no ciclo da leptospirose e impactos legais e forenses na “Saúde Única”
O termo sinantrópico qualifica animais que se adaptaram a viver junto ao homem e contra a vontade dele. Já sinantropia, se caracteriza os enfrentamentos de transmissão dessas doenças para o homem. A saúde única pressupõe cada vez mais a importância da medicina veterinária aos cuidados da saúde anim...
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| Format: | Article |
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| Published: |
Editora MV Valero
2024-07-01
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| Series: | Pubvet |
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| Online Access: | https://ojs.pubvet.com.br/index.php/revista/article/view/3707 |
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| author | Jackson Barros do Amaral Vinícius José Moreira Nogueira José Alfredo Dallari Júnior Laura Nataly Garcia-Oliveros |
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O termo sinantrópico qualifica animais que se adaptaram a viver junto ao homem e contra a vontade dele. Já sinantropia, se caracteriza os enfrentamentos de transmissão dessas doenças para o homem. A saúde única pressupõe cada vez mais a importância da medicina veterinária aos cuidados da saúde animal e ambiental com ênfase a saúde humana. Esta revisão tem o objetivo de identificar, conhecer e discutir os impactos das faunas sinantrópico e silvestre na saúde animal, saúde pública e ambiental e aspectos legais e forenses na Saúde Única. As exigências que abrangem a Saúde Única desafiam a medicina veterinária e o direito. A perícia veterinária é um recurso que pode auxiliar questões judiciais do manejo ambiental da fauna sinantrópico e silvestre. A exposição do homem aos animais sinantrópicos e silvestres é considerada condição vulnerável a fatores de risco de transmissão de doenças. A presença dos roedores em áreas urbanas e rurais gera agravos econômicos e sanitários já que transmitem doenças de forma direta ou indireta. Os roedores envolvidos na transmissão da leptospirose são Rattus rattus, Rattus norvergicus e Mus musculus. A leptospirose é uma doença negligenciada, pode ser transmitida tanto por esses roedores e animais silvestres. O entendimento dessa temática deve transferir ao poder público ações para elaborar políticas de educação sanitária e ambiental dessas faunas para reduzir, controlar ou anular o risco de transmissão da doença. Esta revisão de literatura foi fundamentada nos conhecimentos atuais da plataforma Pubmed, Google Acadêmico, artigos, livros textos. As faunas sinantrópicos e silvestres representam um grande desafio para saúde única. Apesar da legislação existente a leptospirose ainda é considerada doença negligenciada. Falta saneamento básico e a precária infraestrutura urbana propiciam a presença dessas faunas que causam problemas sanitários e econômicos à população.
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| institution | Kabale University |
| issn | 1982-1263 |
| language | English |
| publishDate | 2024-07-01 |
| publisher | Editora MV Valero |
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| series | Pubvet |
| spelling | doaj-art-439a7557fa2d496fafc0bc96e12d7b7d2025-08-23T15:56:25ZengEditora MV ValeroPubvet1982-12632024-07-01180710.31533/pubvet.v18n07e1627Fauna sinantrópica e silvestre no ciclo da leptospirose e impactos legais e forenses na “Saúde Única”Jackson Barros do Amaral0https://orcid.org/0000-0001-9415-8703Vinícius José Moreira Nogueira1https://orcid.org/0000-0001-7428-5801José Alfredo Dallari Júnior2https://orcid.org/0009-0002-1499-0781Laura Nataly Garcia-Oliveros3Secretaria de Agricultura e Abastecimento/ Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios - APTA - Instituto Biológico – Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Sanidade AnimalUniversidade Federal de LavrasAssociação Brasileira de Medicina Veterinária LegalUniversidade de São Paulo O termo sinantrópico qualifica animais que se adaptaram a viver junto ao homem e contra a vontade dele. Já sinantropia, se caracteriza os enfrentamentos de transmissão dessas doenças para o homem. A saúde única pressupõe cada vez mais a importância da medicina veterinária aos cuidados da saúde animal e ambiental com ênfase a saúde humana. Esta revisão tem o objetivo de identificar, conhecer e discutir os impactos das faunas sinantrópico e silvestre na saúde animal, saúde pública e ambiental e aspectos legais e forenses na Saúde Única. As exigências que abrangem a Saúde Única desafiam a medicina veterinária e o direito. A perícia veterinária é um recurso que pode auxiliar questões judiciais do manejo ambiental da fauna sinantrópico e silvestre. A exposição do homem aos animais sinantrópicos e silvestres é considerada condição vulnerável a fatores de risco de transmissão de doenças. A presença dos roedores em áreas urbanas e rurais gera agravos econômicos e sanitários já que transmitem doenças de forma direta ou indireta. Os roedores envolvidos na transmissão da leptospirose são Rattus rattus, Rattus norvergicus e Mus musculus. A leptospirose é uma doença negligenciada, pode ser transmitida tanto por esses roedores e animais silvestres. O entendimento dessa temática deve transferir ao poder público ações para elaborar políticas de educação sanitária e ambiental dessas faunas para reduzir, controlar ou anular o risco de transmissão da doença. Esta revisão de literatura foi fundamentada nos conhecimentos atuais da plataforma Pubmed, Google Acadêmico, artigos, livros textos. As faunas sinantrópicos e silvestres representam um grande desafio para saúde única. Apesar da legislação existente a leptospirose ainda é considerada doença negligenciada. Falta saneamento básico e a precária infraestrutura urbana propiciam a presença dessas faunas que causam problemas sanitários e econômicos à população. https://ojs.pubvet.com.br/index.php/revista/article/view/3707animal reservatórioLeptospira sppmedicina veterinária legalsaúde públicazoonose |
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