NEM DUALISMO, NEM MONISMO: A TOTALIDADE INDIVISA DE DAVID BOHM

Em Filosofia da Mente, as propostas mais conhecidas são a dualista e a monista, que, em geral, respectivamente, concebem que ou existem duas substâncias no mundo, uma mental e uma material, ou que só existe um tipo de substância, ideal ou material. A proposta denominada dualismo de substância é con...

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Main Authors: Cínthia Roso Oliveira, Sofia Inês Albornoz Stein
Format: Article
Language:Portuguese
Published: Universidade Estadual Paulista (UNESP) 2016-11-01
Series:Kínesis
Subjects:
Online Access:https://revistas.marilia.unesp.br/index.php/kinesis/article/view/6413
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Summary:Em Filosofia da Mente, as propostas mais conhecidas são a dualista e a monista, que, em geral, respectivamente, concebem que ou existem duas substâncias no mundo, uma mental e uma material, ou que só existe um tipo de substância, ideal ou material. A proposta denominada dualismo de substância é conhecida atualmente mais como objeto de crítica, sendo que prevalecem no momento diferentes versões da proposta monista, versões ou materialistas ou neutras, como o dualismo de propriedades. Nesse texto, o objetivo é interpretar e contextualizar nesses debates a teoria da totalidade indivisa de David Bohm, que chamaremos de holista. Para tanto, explicaremos inicialmente as características principais da perspectiva bohmiana. Em um segundo momento, mostraremos por que ela não pode ser considerada nem monista e nem dualista. Para num terceiro momento, defender que as características da perspectiva bohmiana se assemelham mais a um tipo de proposta holista.
ISSN:1984-8900