Subjetividade, Extimidade
O que é ler o argentino-brasileiro no latino-americano? É, segundo me parece, recolher um valor capaz de reconhecer, no absolutamente singular, a contingência de uma leitura cujo gozo está voltado a captar o fora de sentido das construções nacionais. Em "La extimidad del guión" intentei u...
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| Published: |
Universidade Federal de Santa Catarina
2010-02-01
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| Series: | Boletim de Pesquisa NELIC |
| Online Access: | https://periodicos.ufsc.br/index.php/nelic/article/view/12448 |
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| author | Raúl Antelo |
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O que é ler o argentino-brasileiro no latino-americano? É, segundo me parece, recolher um valor capaz de reconhecer, no absolutamente singular, a contingência de uma leitura cujo gozo está voltado a captar o fora de sentido das construções nacionais. Em "La extimidad del guión" intentei um princípio de resposta a essa questão. Caberia hoje perguntar, além do mais, de que modo o sujeito capta seu gozo irredutível, singular, contingente e fora de sentido em um texto. Como o presente pode rearmar uma história que, apesar de tudo, o constitui? Há uma fórmula, cunhada por Jacques-Alain Miller, em 2007, "medir o verdadeiro com o real", que pode nos ajudar, na medida em que, de fato, busca articular uma dialética do sentido, mas também assinalar a borda de semblante que circunscreve o núcleo de gozo.
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| publisher | Universidade Federal de Santa Catarina |
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| spelling | doaj-art-3ff24abd85ab483a8d4b9b0feddb56d52025-08-20T02:51:06ZspaUniversidade Federal de Santa CatarinaBoletim de Pesquisa NELIC1518-72841984-784X2010-02-0191410.5007/1984-784X.2009v9n14p6610409Subjetividade, ExtimidadeRaúl Antelo0UFSC O que é ler o argentino-brasileiro no latino-americano? É, segundo me parece, recolher um valor capaz de reconhecer, no absolutamente singular, a contingência de uma leitura cujo gozo está voltado a captar o fora de sentido das construções nacionais. Em "La extimidad del guión" intentei um princípio de resposta a essa questão. Caberia hoje perguntar, além do mais, de que modo o sujeito capta seu gozo irredutível, singular, contingente e fora de sentido em um texto. Como o presente pode rearmar uma história que, apesar de tudo, o constitui? Há uma fórmula, cunhada por Jacques-Alain Miller, em 2007, "medir o verdadeiro com o real", que pode nos ajudar, na medida em que, de fato, busca articular uma dialética do sentido, mas também assinalar a borda de semblante que circunscreve o núcleo de gozo. https://periodicos.ufsc.br/index.php/nelic/article/view/12448 |
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