Efeito da temperatura e tratamentos pré-germinativos na germinação e vigor de plântulas de Jatropha curcas L.

Não existem normas oficiais para o teste de germinação do pinhão manso e são poucos os estudos quanto a tentativa de otimizar a germinação. O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito de diferentes temperaturas e tratamentos pré-germinativos sobre a germinação e vigor de plântulas de pinhão mans...

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Main Authors: Leandro Henrique de Sousa Mota, Rafael Heinz, Marcos Vinicios Garbiate, Silvana de Paula Quintão Scalon, Thais Cremon, Antonio Luiz Viegas Neto
Format: Article
Language:English
Published: Universidade Federal de Santa Catarina 2012-05-01
Series:Biotemas
Online Access:https://periodicos.ufsc.br/index.php/biotemas/article/view/21972
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Description
Summary:Não existem normas oficiais para o teste de germinação do pinhão manso e são poucos os estudos quanto a tentativa de otimizar a germinação. O objetivo deste trabalho foi avaliar o efeito de diferentes temperaturas e tratamentos pré-germinativos sobre a germinação e vigor de plântulas de pinhão manso. Os tratamentos foram dispostos em delineamento inteiramente casualizado em esquema fatorial com quatro temperaturas (20, 25, 30 e 20-30°C) x dois tipos de sementes (com e sem tegumento das sementes) x seis períodos de pré-embebição (0, 6, 12, 18, 24 e 30h). A semeadura foi realizada em sistema de rolo, com quatro repetições de 50 sementes para cada tratamento. A porcentagem de germinação foi maior na temperatura de 25°C quando o tegumento das sementes foi mantido. Conforme se aumentou o tempo de pré-embebição, maiores foram as reduções da porcentagem de germinação, do índice de velocidade de germinação e da porcentagem de germinação da primeira contagem. A pré-embebição por até 12h propiciou um maior crescimento do hipocótilo. O potencial máximo de germinação e maior vigor de plântulas de pinhão manso foram obtidos a 25°C em sementes que não foram pré-embebidas e quando o tegumento foi mantido.
ISSN:0103-1643
2175-7925