Dialogando no branco
Este artigo propõe a análise contrastiva da linguagem poética de Emily Dickinson e de Florbela Espanca, com foco no uso simbólico da cor branca em alguns de seus poemas. O trabalho explora a maneira como ambas as poetas utilizam a cor branca para expressar emoções complexas e abordar temas como a m...
Saved in:
| Main Authors: | , |
|---|---|
| Format: | Article |
| Language: | English |
| Published: |
Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul
2025-06-01
|
| Series: | Revista de Estudos Literários da UEMS - REVELL |
| Subjects: | |
| Online Access: | https://periodicosonline.uems.br/index.php/REV/article/view/9628 |
| Tags: |
Add Tag
No Tags, Be the first to tag this record!
|
| _version_ | 1850132646746652672 |
|---|---|
| author | Letícia Rodrigues de Oliveira Rosana Cristina Zanelatto Santos |
| author_facet | Letícia Rodrigues de Oliveira Rosana Cristina Zanelatto Santos |
| author_sort | Letícia Rodrigues de Oliveira |
| collection | DOAJ |
| description |
Este artigo propõe a análise contrastiva da linguagem poética de Emily Dickinson e de Florbela Espanca, com foco no uso simbólico da cor branca em alguns de seus poemas. O trabalho explora a maneira como ambas as poetas utilizam a cor branca para expressar emoções complexas e abordar temas como a morte e a dor. A análise identifica e discute as nuances simbólicas que o branco assume em suas obras, transformando-se em um ponto de articulação entre silêncio e palavra. Baseando-se nas reflexões de Vilém Flusser (2011), o estudo considera o branco como um meio de lidar com o inarticulável. Os poemas “Castelã da tristeza” e “Cemitérios”, de Florbela Espanca, e “Coisa solene – era – eu disse –” e “A Cor da Tumba é Verde –”, de Emily Dickinson, traduzidos por Adalberto Müller, são investigados para discutir o uso simbólico do branco. Esses textos poéticos estabelecem um diálogo entre as duas autoras ao associarem a cor branca à morte e à dor. Ao promover um diálogo entre duas autoras de contextos distintos, o estudo revela convergências e divergências em suas abordagens poéticas, demonstrando como temas universais são reinterpretados de maneiras únicas. Dessa forma, contribui para os estudos literários, aprofundando a compreensão dos recursos estilísticos de Dickinson e de Espanca e suas implicações filosóficas e existenciais. A pesquisa evidencia como ambas as poetas, embora de maneiras distintas, tecem um diálogo implícito, perceptível por meio da análise contrastiva de seus textos poéticos, utilizando o branco para lidar com o inarticulável.
|
| format | Article |
| id | doaj-art-3f90183665e74496bc0b18bf95340b28 |
| institution | OA Journals |
| issn | 2179-4456 |
| language | English |
| publishDate | 2025-06-01 |
| publisher | Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul |
| record_format | Article |
| series | Revista de Estudos Literários da UEMS - REVELL |
| spelling | doaj-art-3f90183665e74496bc0b18bf95340b282025-08-20T02:32:10ZengUniversidade Estadual de Mato Grosso do SulRevista de Estudos Literários da UEMS - REVELL2179-44562025-06-0113910.61389/revell.v1i39.9628Dialogando no brancoLetícia Rodrigues de Oliveira0https://orcid.org/0009-0002-2397-9939Rosana Cristina Zanelatto Santos1https://orcid.org/0000-0001-9921-6765Universidade Federal de Mato Grosso do SulUniversidade Federal de Mato Grosso do Sul Este artigo propõe a análise contrastiva da linguagem poética de Emily Dickinson e de Florbela Espanca, com foco no uso simbólico da cor branca em alguns de seus poemas. O trabalho explora a maneira como ambas as poetas utilizam a cor branca para expressar emoções complexas e abordar temas como a morte e a dor. A análise identifica e discute as nuances simbólicas que o branco assume em suas obras, transformando-se em um ponto de articulação entre silêncio e palavra. Baseando-se nas reflexões de Vilém Flusser (2011), o estudo considera o branco como um meio de lidar com o inarticulável. Os poemas “Castelã da tristeza” e “Cemitérios”, de Florbela Espanca, e “Coisa solene – era – eu disse –” e “A Cor da Tumba é Verde –”, de Emily Dickinson, traduzidos por Adalberto Müller, são investigados para discutir o uso simbólico do branco. Esses textos poéticos estabelecem um diálogo entre as duas autoras ao associarem a cor branca à morte e à dor. Ao promover um diálogo entre duas autoras de contextos distintos, o estudo revela convergências e divergências em suas abordagens poéticas, demonstrando como temas universais são reinterpretados de maneiras únicas. Dessa forma, contribui para os estudos literários, aprofundando a compreensão dos recursos estilísticos de Dickinson e de Espanca e suas implicações filosóficas e existenciais. A pesquisa evidencia como ambas as poetas, embora de maneiras distintas, tecem um diálogo implícito, perceptível por meio da análise contrastiva de seus textos poéticos, utilizando o branco para lidar com o inarticulável. https://periodicosonline.uems.br/index.php/REV/article/view/9628linguagem poéticabrancoEmily DickinsonFlorbela Espanca |
| spellingShingle | Letícia Rodrigues de Oliveira Rosana Cristina Zanelatto Santos Dialogando no branco Revista de Estudos Literários da UEMS - REVELL linguagem poética branco Emily Dickinson Florbela Espanca |
| title | Dialogando no branco |
| title_full | Dialogando no branco |
| title_fullStr | Dialogando no branco |
| title_full_unstemmed | Dialogando no branco |
| title_short | Dialogando no branco |
| title_sort | dialogando no branco |
| topic | linguagem poética branco Emily Dickinson Florbela Espanca |
| url | https://periodicosonline.uems.br/index.php/REV/article/view/9628 |
| work_keys_str_mv | AT leticiarodriguesdeoliveira dialogandonobranco AT rosanacristinazanelattosantos dialogandonobranco |