O complexo e o trivial em “Grande Sertão: Veredas”
A narrativa de Grande Sertão: Veredas é aqui problematizada a partir de sua estrutura paradoxal e fragmentada. As reflexões do narrador Riobaldo, sobre Deus e a religiosidade, não apresentam um pensamento orgânico, mas oscilam entre a certeza e a dúvida e instauram um desassossego no relato. A inqui...
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| Main Author: | |
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| Published: |
Pontifícia Universidade Católica de São Paulo
2012-08-01
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| Series: | Último Andar |
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| Online Access: | https://revistas.pucsp.br/index.php/ultimoandar/article/view/10710 |
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| description | A narrativa de Grande Sertão: Veredas é aqui problematizada a partir de sua estrutura paradoxal e fragmentada. As reflexões do narrador Riobaldo, sobre Deus e a religiosidade, não apresentam um pensamento orgânico, mas oscilam entre a certeza e a dúvida e instauram um desassossego no relato. A inquietação de Riobaldo aponta para o caráter transcendente da personagem, que trata de entender e até mesmo de explicar qual é o sentido do duelo entre o bem e o mal. A secura e a aridez do sertão, mescladas com as veredas fluviais da natureza, podem ser entendidas como uma metáfora da condição sentimental do ser humano diante do mundo. |
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| publisher | Pontifícia Universidade Católica de São Paulo |
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