Performance financeira no setor de saúde suplementar

O mercado de saúde suplementar no Brasil é regulado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar. Dentre suas atribuições, cabe à Agência promover a defesa do interesse público na assistência suplementar à saúde e contribuir o desenvolvimento das ações de saúde no País. Para cumprir suas atribuições,...

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Main Authors: Gladston Luiz da Silva, Carlos Henrique Rocha, Paulo Augusto Pettenuzzo de Britto
Format: Article
Language:Portuguese
Published: Universidade de Brasília 2021-04-01
Series:Revista Gestão & Saúde
Subjects:
Online Access:https://periodicos.unb.br/index.php/rgs/article/view/32463
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Description
Summary:O mercado de saúde suplementar no Brasil é regulado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar. Dentre suas atribuições, cabe à Agência promover a defesa do interesse público na assistência suplementar à saúde e contribuir o desenvolvimento das ações de saúde no País. Para cumprir suas atribuições, o regulador deve manter base de informações continuamente atualizada. Ainda que não regule diretamente os preços no mercado, a Agência deve acompanhar o desempenho financeiro de operadoras de planos de saúde - OPS. Este estudo traz uma análise da rentabilidade de 14 OPS no Brasil, no período de 2007-2016, por meio da técnica de decomposição da variância do retorno sobre ativo. A modelagem baseia-se no estudo pioneiro de Schmalensee(1). Foram testados quatro efeitos: abrangência, bandeira, corporativo e ano. A inovação mais importante do estudo consiste em introduzir o efeito abrangência como proxy para ganhos de escala e/ou de escopo na atividade. Constatou-se que o efeito abrangência é consideravelmente mais importante para a rentabilidade das operadoras, seguido do efeito bandeira; o efeito ano foi significativo, mas relativamente inexpressivo; por fim, o efeito corporativo foi estatisticamente insignificante.
ISSN:1982-4785