A função utópica como categoria da práxis segundo Ernst Bloch

Este artigo objetiva apontar a relação entre o conceito de função utópica e os estratos de possibilidade como chave para uma compreensão adequada da filosofia de Ernst Bloch. Para tanto, partimos da definição de função utópica, na forma como é abordada no capítulo 15 de O Princípio Esperança: uma ca...

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Main Authors: Rosalvo Schütz, Ubiratane de Morais Rodrigues
Format: Article
Language:Spanish
Published: Universidad de Buenos Aires, Facultad de Filosofía y Letras 2024-12-01
Series:Inter Litteras
Online Access:http://revistascientificas.filo.uba.ar/index.php/interlitteras/article/view/16453
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Summary:Este artigo objetiva apontar a relação entre o conceito de função utópica e os estratos de possibilidade como chave para uma compreensão adequada da filosofia de Ernst Bloch. Para tanto, partimos da definição de função utópica, na forma como é abordada no capítulo 15 de O Princípio Esperança: uma capacidade humana de antecipar aquilo que ainda não é, mas que pode ser, distinguindo-se, portanto, do mero utopismo e da utopia abstrata. Em seguida, apontamos em que condições a função utópica devém utopia concreta, a saber, com a categoria do possível real. Isso será demonstrado com a apresentação dos estratos de possibilidade pensados por Ernst Bloch. Por fim, mostramos como a função utópica bem fundada contribui para a práxis humana e impulsiona o otimismo militante.
ISSN:0328-8935
2683-9695