Relação Entre a Eficácia da Superioridade Numérica Temporal e o Resultado da Partida no Polo Aquático

O estudo relacionou a eficácia obtida nas situações de superioridade numérica temporal (H+) com o resultado dos jogos de uma competição nacional de polo aquático. Analizando-se as súmulas da competição, a eficácia de H+ foi considerada como “baixa”, “média” ou “alta” e, de acordo com o resultado das...

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Main Authors: Guilherme Tucher, Sofia Canossa, Ricardo Gomes Cabral, Nuno Domingos Garrido, Flávio Antônio de Souza Castro
Format: Article
Language:English
Published: Universidade Estadual de Maringá 2015-10-01
Series:Revista da Educação Física
Subjects:
Online Access:http://periodicos.uem.br/ojs/index.php/RevEducFis/article/view/26914
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Description
Summary:O estudo relacionou a eficácia obtida nas situações de superioridade numérica temporal (H+) com o resultado dos jogos de uma competição nacional de polo aquático. Analizando-se as súmulas da competição, a eficácia de H+ foi considerada como “baixa”, “média” ou “alta” e, de acordo com o resultado das partidas, as equipes foram classificadas como “perdedoras” ou “vencedoras”. Utilizou-se a estatística descritiva e o teste qui-quadrado para avaliar o relacionamento entre as variáveis. Quando a eficácia de H+ foi baixa, 68% das equipes perderam a partida. Quando foi alta, 86,2% das equipes saíram vencedoras. A eficácia de H+ teve um efeito significativo no resultado das partidas (p < 0.001), sendo que uma equipe com baixa eficácia naquela situação de jogo apresentou 13,25% maior probabilidade de derrota. Concluiu-se que a eficácia da H+ influencia o resultado das partidas. Quando esta é média ou alta, as equipes apresentaram maior índice de vitória.
ISSN:0103-3948
1983-3083