Efeitos agudos de diferentes estratégias de aquecimento no volume total de treino, em homens treinados
Introdução: de fato, os exercícios de mobilidade articular (MA) e aquecimento específico (AE) têm sido habitualmente usados, como parte integrante de uma sessão de treinamento de força (TF), com o objetivo de incrementar a amplitude de movimento articular; atenuar os sintomas da dor muscular tardia;...
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| Main Authors: | , , |
|---|---|
| Format: | Article |
| Language: | Portuguese |
| Published: |
Instituto Brasileiro de Pesquisa e Ensino em Fisiologia do Exercício
2024-12-01
|
| Series: | Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício |
| Subjects: | |
| Online Access: | https://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/2964 |
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| author | Fabio Henrique de Freitas Raíssa Antunes Humberto Lameira Miranda |
| author_facet | Fabio Henrique de Freitas Raíssa Antunes Humberto Lameira Miranda |
| author_sort | Fabio Henrique de Freitas |
| collection | DOAJ |
| description | Introdução: de fato, os exercícios de mobilidade articular (MA) e aquecimento específico (AE) têm sido habitualmente usados, como parte integrante de uma sessão de treinamento de força (TF), com o objetivo de incrementar a amplitude de movimento articular; atenuar os sintomas da dor muscular tardia; e melhorar o desempenho da força muscular. No entanto, algumas evidências científicas mostram que o AE pode não influenciar, quer seja positivamente ou negativamente, no desempenho da força muscular. Objetivo: investigar os efeitos agudos de diferentes estratégias de aquecimento no volume total de treino (VTT), em uma sessão de TF de membros inferiores, em homens treinados. Materiais e métodos: a amostra foi constituída por seis homens (24,5 ± 3,59 anos de idade; 1,76 ± 0,06 cm de estatura; 81,95 ± 11,92 kg de massa corporal; 26,07 ± 2,20 kg/m2 de índice de massa corporal) treinados e selecionados por conveniência. Foram realizadas seis visitas com intervalos de 48 horas entre elas. Nas duas primeiras visitas, foram realizados os seguintes procedimentos: a) preenchimento do TCLE e do par - Q; b) medidas antropométricas; c) teste e reteste de 10 RM. Nas demais visitas, foram realizados os protocolos experimentais. A entrada nos protocolos experimentais foi aleatória e realizada em três dias distintos; 1) protocolo tradicional (GTRAD) - sem intervenção prévia e execução da sessão de TF; 2) protocolo MA (GMOB) e posterior execução da sessão de TF; 3) protocolo AE (GESP) e posterior execução da sessão de TF. Resultados: como resultado, não foram observadas diferenças significativas entre os grupos experimentais, no VTT. Conclusão: os exercícios de AE e MA não interferem, nem de forma positiva nem negativa, no VTT, em homens treinados. |
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| institution | DOAJ |
| issn | 1981-9900 |
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| publishDate | 2024-12-01 |
| publisher | Instituto Brasileiro de Pesquisa e Ensino em Fisiologia do Exercício |
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| series | Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício |
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