Inteligência emocional dos profissionais de saúde da rede nacional de cuidados continuados integrados

Nos últimos anos, diversos estudos têm demonstrado que o sentido das emoções na saúde tem vindo progressivamente a ser valorizado, bem como o reconhecimento de que, a Inteligência Emocional (IE) é a que melhor responde às exigências dos atuais sistemas de saúde. Objetivo: Avaliar a Inteligência Emoc...

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Main Authors: Ângela Cristina Rebelo, Rosa Lopes Martins
Format: Article
Language:English
Published: Universidade Católica Portuguesa, Instituto de Gestão e das Organizações da Saúde 2015-01-01
Series:Gestão e Desenvolvimento
Subjects:
Online Access:https://revistas.ucp.pt/index.php/gestaoedesenvolvimento/article/view/272
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spelling doaj-art-3423479015db4c7e81a310845b8af35e2025-08-20T03:55:06ZengUniversidade Católica Portuguesa, Instituto de Gestão e das Organizações da SaúdeGestão e Desenvolvimento0872-556X2184-56382015-01-012310.7559/gestaoedesenvolvimento.2015.272Inteligência emocional dos profissionais de saúde da rede nacional de cuidados continuados integradosÂngela Cristina Rebelo0Rosa Lopes Martins1Unidade de Cuidados Continuados Integrados de Longa Duração, Irmandade da Santa Casa da Misericórdia de Aguiar da BeiraEscola Superior de Saúde, Instituto Politécnico de ViseuNos últimos anos, diversos estudos têm demonstrado que o sentido das emoções na saúde tem vindo progressivamente a ser valorizado, bem como o reconhecimento de que, a Inteligência Emocional (IE) é a que melhor responde às exigências dos atuais sistemas de saúde. Objetivo: Avaliar a Inteligência Emocional dos profissionais de saúde da Rede Nacional dos Cuidados Continuados Integrados (RNCCI) e verificar em que medida as variáveis sociodemográficas, profissionais e familiares têm efeito significativo nessa Inteligência. Metodologia: Trata-se de um estudo quantitativo, não experimental, transversal e numa lógica de análise descritivo-correlacional. A amostra é constituída por 106 profissionais de saúde a exercerem a sua atividade profissional em unidades de internamento da RNCCI na região centro do País. O instrumento de colheita de dados agrega um questionário de caracterização sociodemográfica, um de caracterização profissional, a Escala de Apgar Familiar e por último, o Questionário de Competência Emocional (QCE). Para o tratamento estatístico foi utilizado o programa SPSS versão 19. Resultados: A amostra é maioritariamente feminina, casada, com uma média de idades de 34,13 anos. As classes profissionais mais representadas são a médica, a de enfermagem e de fisioterapia. Os dados obtidos revelam associações significativas entre a IE e a profissão, o grau académico, a formação e a funcionalidade familiar. As restantes variáveis em estudo não influenciam a IE da nossa amostra. Como variáveis preditivas de IE aferimos o número de elementos do agregado familiar e a funcionalidade familiar, sendo esta última a que apresenta maior peso preditivo. Conclusão: As evidências, tornam claro que, os profissionais de saúde devem apostar no desenvolvimento das habilitações académicas e a RNCCI fomentar a formação dos seus cuidadores formais. A funcionalidade familiar dos profissionais do cuidar deve ser estimulada com vista à prestação de cuidados emocionalmente inteligentes que contribuam para a humanização dos cuidados de saúde.https://revistas.ucp.pt/index.php/gestaoedesenvolvimento/article/view/272Profissionais de saúdeRede Nacional de Cuidados Continuados IntegradosFuncionalidade familiarInteligência emocional
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