AUTONOMIA, LEGISLAÇÃO E RAZÃO PRÁTICA NA FILOSOFIA MORAL KANTIANA
Este artigo tem por objetivo propor uma interpretação dos juízos morais na filosofia prática kantiana através dos conceitos de autonomia, legislação e razão prática conforme a Fundamentação da metafísica dos costumes. A autonomia apresenta-se como central para a elaboração dos juízos morais, cuja l...
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| Main Author: | |
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| Format: | Article |
| Language: | Portuguese |
| Published: |
Universidade Estadual Paulista (UNESP)
2019-03-01
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| Series: | Kínesis |
| Subjects: | |
| Online Access: | https://revistas.marilia.unesp.br/index.php/kinesis/article/view/8758 |
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| Summary: | Este artigo tem por objetivo propor uma interpretação dos juízos morais na filosofia prática kantiana através dos conceitos de autonomia, legislação e razão prática conforme a Fundamentação da metafísica dos costumes. A autonomia apresenta-se como central para a elaboração dos juízos morais, cuja legislação se expressa sob a figura do reino dos fins. Os juízos morais se constituiriam em uma dupla estrutura silogística que garantiria a passagem do caráter puro da lei ao caráter empírico da ação, e isto não implica a introdução de elementos empíricos na filosofia moral. Deste modo, a proposta de um teste de universalidade é recusada e uma variação na proposta silogística de interpretação é defendida. Espera-se, assim, garantir algum grau de solidez à aplicação do imperativo categórico mediante uma deontologia compreendida não simplesmente como ética dos deveres, mas antes como ética da autonomia.
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| ISSN: | 1984-8900 |