Comunidade planctônica em viveiros de criação de peixes, em disposição seqüencial
Neste estudo verificou-se o efeito da disposição sequencial de viveiros de criação de peixes na composição das comunidades planctônicas. Amostragens de plí¢ncton foram realizadas na região de entrada de água de seis viveiros em dois períodos do ano: de chuva e de seca. Algas da divisão Chlorophy...
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| Published: |
Instituto de Pesca
2018-07-01
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| Series: | Boletim do Instituto de Pesca |
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| author | Carla Macedo Lúcia Sipaúba-Tavares |
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Neste estudo verificou-se o efeito da disposição sequencial de viveiros de criação de peixes na composição das comunidades planctônicas. Amostragens de plí¢ncton foram realizadas na região de entrada de água de seis viveiros em dois períodos do ano: de chuva e de seca. Algas da divisão Chlorophyta foram as mais abundantes na comunidade fitoplanctônica, seguidas por Chrysophyta, Cyanobacteria, Euglenophyta e Cryptophyta/Dinophyta. Em relação ao zooplí¢ncton foi registrada a presença de 58 e 48 táxons, nos períodos de seca e de chuva, respectivamente. Os rotíferos foram os zooplanctontes que apresentaram o maior número de táxons, sendo seguidos pelos cladóceros e copépodes. No período de chuva, a densidade zooplanctônica foi maior nos viveiros 3 e 4, com os valores de 1.241 e 2.291 ind./L, respectivamente. Já no período de seca, as densidades numéricas mais elevadas foram apresentadas pelos viveiros 5 e 6, com 2.574 e 3.486 ind./L, respectivamente. Os rotíferos mais abundantes no período de chuva foram da ordem Bdelloida e Conochilus sp., seguidos pelos cladóceros Bosmina hagmanni e Diaphanosoma birgei e pelo copépode Thermocyclops decipiens. No período de seca destacaram-se, dentre rotíferos e copépodes, Polyarthra sp., Trichocerca bidens e Argyrodiaptomus furcatus. Foi encontrada diferença significativa (P < 0,05) entre o número total de indivíduos zooplanctônicos registrado no período de chuva e aquele observado no período de seca.
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