Leitura Merleau-Pontyana da teoria fenomenológica da expressão
A tese de Husserl - segundo a qual, os signos (expressivamente empregados) haveriam de encarnar nossos pensamentos - forneceu o ponto de partida ao projeto merleau-pontyano de restituição chr(38)quot;filosóficachr(38)quot; de nosso contato com o mundo da percepção. Porquanto seriam gestos instituído...
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| Format: | Article |
| Language: | deu |
| Published: |
Editora da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (EDIPUCRS)
2000-01-01
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| Series: | Veritas |
| Subjects: | |
| Online Access: | https://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/veritas/article/view/35058/18394 |
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| Summary: | A tese de Husserl - segundo a qual, os signos (expressivamente empregados) haveriam de encarnar nossos pensamentos - forneceu o ponto de partida ao projeto merleau-pontyano de restituição chr(38)quot;filosóficachr(38)quot; de nosso contato com o mundo da percepção. Porquanto seriam gestos instituídos por nosso corpo, os signos (expressivamente empregados) remeteriam a reflexão filosófica à experiência sensível e, consequentemente, ao mundo da percepção revelado por essa experiência. Mais do que isso, os signos (expressivamente empregados) esclareceriam a origem sensível dos pensamentos. O que acabaria por suspender a própria tese fenomenológica de que os pensamentos seriam o desdobramento dos atos de uma consciência pura. A interpretação merleau-pontyana da teoria fenomenológica da expressão mostrou que, tal como os pensamentos, a consciência de nós mesmos seria tributária da experiência sensível |
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| ISSN: | 0042-3955 1984-6746 |